
O que vocês gostariam de ver em um livro de alta fantasia brasileiro, com criaturas como o saci?
Vamos discutir um pouco sobre Brainstorming aqui, basicamente?

Vamos discutir um pouco sobre Brainstorming aqui, basicamente?
(LEIA O TEXTO E ME PROPONHO A LER O SEU TAMBÉM) Essa é apenas uma parte do texto, caso você tenha se interessado e queira ler o resto (aproximadamente 07 páginas), me chame no PV que eu envio. Lembrando que se você ler as 07 páginas e me fizer um feedback, eu receberei de bom grado um texto seu pra ler e avaliar também :). Aí está o texto:
PARTE I
Dei o último gole d’água no cantil quando o sol atingiu o ponto mais alto. Nem sinal de rio perto. A comida havia acabado há dois dias, e a fome começava a apertar. Olhei pra minha égua e fiquei preocupado. Tava cabisbaixa… nem me cutucava mais como costumava fazer quando sentia sede. Além da estrada, só tinha mato seco, pés de coco babaçu e barro. Mas, segundo o que falaram há quarenta léguas, era só seguir mais quarenta léguas pra achar Oitizal. Acontece que andamos tudo isso e chegamos em outro lugar. Lá, disseram que era só andar mais tantas léguas, mas em outra direção. Agora já nem sei mais quantas léguas eles disseram, nem se tava na direção certa. Mas não podia parar. Parar aqui podia significar a morte, então guardei o cantil no alforje e montei na égua. Ela raspou a pata no chão e seguiu em passos lentos, tão lentos que a gente quase não avançava.
— Calma… já não deve tá muito longe — disse, passando a mão na sua crina. — Se anima, vai.
Mas falar não adiantava. Ela relinchou alto e jogou a cabeça pra cima, protestando. Pensei em cantar a música que ela gostava, mas perdi as palavras quando vi algo no horizonte. Será que tava ficando louco? Esse sol bem que podia deixar um doido. Se as plantas tivessem juízo, certamente endoidariam. Mas ao invés disso elas murchavam. Até que murchar não parecia tão ruim.
Ajustei os óculos escuros na cara e cerrei os olhos para ter certeza. Numa quase miragem, vi surgir ao longe o que pareceu ser o letreiro de uma cidade. Seria Oitizal, ou estaria novamente a quarenta léguas de distância?
A minha égua tinha a vista melhor que a minha, então nem precisei de esforço para que ela começasse um galope firme em direção à cidade. Um sorriso apareceu quando vi o letreiro com “Oitizal” escrito se aproximando, mas sumiu assim que passamos por baixo dele. A cidade não dava alegria.
As ruas de chão estavam vazias e o mato crescia nas laterais. As casinhas eram de taipa, com uma ou outra tendo o luxo dos tijolos. Conforme avançávamos, percebi o porquê do nome da cidade. Havia um pé de oiti na frente de cada casa. Essas árvores não eram muito bem vistas: faziam muita sujeira e as raízes costumavam quebrar as calçadas. Mas em Oitizal isso era o de menos. Não havia calçadas para serem quebradas, e a sujeira tampouco incomodava. O que um oiti oferece de melhor é a cobertura. Um gato e um cachorro brigavam pela sombra de uma das árvores, e me senti tentado a deitar no meio dos dois pra descansar. Mas tinha que encontrar gente, já que os bichos não iam responder minhas perguntas. Puxei o chapéu para baixo e limpei o suor da testa pra que não entrasse no meu olho. Pelo calor que fazia, julguei que já passava das treze horas: hora da sesta.
— Por isso não tem ninguém por aí — comentei baixo. A maioria das pessoas considera que o hábito de falar sozinho é coisa de gente maluca. Pra mim era o contrário… doido eu ficaria se não falasse. A companhia da égua era boa, mas manter uma conversa ficava difícil às vezes. Essas ruas desertas me deixaram um pouco escabriado. Com tudo vazio, não tinha ninguém pra conversar… ninguém pra interrogar.
As pessoas não estavam na rua, mas olhavam pra ela. Vi uma janela abrir aqui, outra porta ali. Só o bastante pros curiosos verem quem chegou. Mas ninguém ousou sair. Não era só a sesta que os arrastava pra casa.
Mais à frente a rua terminava num boteco. Era um casebre quadrado, pintado de azul e com as janelas bem pequenas, quase no teto. Não sabia se agradecia ou reclamava. Por um lado, era certo que encontraria gente ali: o único lugar em cidades como essa que havia gente toda hora eram os bares. Porém, também fiquei receoso. Nada de bom acontece num boteco, e algo me dizia que esse não seria diferente. Tinha coisa fedorenta ali. Ou será que era o cheiro de mijo de bêbado no pé do muro?
De qualquer forma, amarrei minha égua à sombra de um oiti. Fui determinado a entrar, mas parei na frente da porta pra ver se meu punhal ainda tava na cinta. Ai de mim entrar lá sem ele. Só tinha dois lugares em que eu nunca ia desarmado: os bares e os cabarés. Dei um sorriso quando minhas mãos encontraram a bainha de couro e o cabo de osso. Respirei fundo e entrei.
Lá dentro o ambiente era escuro e mais quente ainda do que do lado de fora. Um silêncio que só era atrapalhado pelo zunir dos ventiladores pairava no ar. Além de mim, tinha outros três peões sentados numa mesa de ferro enferrujado, bebendo cachaça e jogando cartas. Indo ao balcão, passei por eles e baixei o chapéu, mas eles não devolveram o gesto. A atendente era uma mulher de feições gentis, mas que me olhou feio quando cheguei.
— Me dê um copo d’água. E um sorriso pra agradar a vista — disse, tomando assento. O balcão de pedra tava sujo de cerveja seca, e a manga do meu gibão ficou preguenta quando me apoiei. Logo veio a água, mas não tive sorte com o sorriso.
Ela me encarou com desgosto, mas esse gesto já era comum. Bastava notarem minha pele pálida e unhas rosadas que a expressão aparecia automaticamente. Dei um gole rápido, aproveitando a sensação da água gelada descendo. Se não fosse esse alívio, podia jurar que meu corpo ia cozinhar por dentro.
— O senhor não é daqui, né? — ela perguntou, sem me olhar diretamente.
— Não… não sou daqui — olhei pra ela por cima dos óculos. Meus olhos vermelhos geralmente assustavam as pessoas, mas a mulher não pareceu tão impressionada. Essas pessoas que trabalham em lugares meio sombrios são sempre difíceis de se encabular. — Vim de longe… de muito longe.
Ela franziu o cenho e não disse mais nada. Atrás de mim, os homens continuavam no silencioso jogo de cartas, mas algo me dizia que agora prestavam menos atenção na partida do que antes de eu entrar.
— Arrume água pra minha égua também. Está amarrada ali na frente.
Joguei duas notas sobre o balcão. Com um gesto, ela chamou um rapazinho franzino que estava deitado no chão atrás dela, e logo ele saiu com um balde. Até que a espelunca não era tão ruim. Tá certo que o banco era duro e desnivelado, e que parecia que eu tava dentro de um forno, mas se eu começasse a lembrar dos dias dormindo na estrada logo tudo ficava bom. Lembrar da viagem me fez recordar do porquê de eu ter entrado nesse bar pra começo de conversa.
— Aliás… a senhora sabe algo sobre isso? — Tirei do bolso um cartaz dobrado, gasto, mas ainda legível. Abri ele sobre o balcão e estiquei bem para que ela visse.
— Não sei ler — confessou.
— Pois eu leio — limpei a garganta e comecei. — “A quem interessar, a cidade de Oitizal, na figura do prefeito Wilson, estabelece recompensa de trinta mil contos de réis àquele que investigar e dar cabo das mortes estranhas ocorridas na região.”
Assim que eu terminei de ler, senti os olhos sobre mim. Olhei de soslaio pra trás e percebi que os homens agora recolhiam as cartas. Será que me chamariam pra jogar? Eu bem que gostaria. A mulher se afastou e começou a limpar uns copos com um pano que mais parecia sujar.
— O senhor é cangaceiro? — perguntou com cautela.
— Não.
— Então… é um volante?
— Também não — respondi, já aborrecido. De novo era eu a responder perguntas. Parece que ali não ia conseguir nada. — Onde encontro o prefeito?
Ela fez menção de abrir a boca, mas o barulho ruidoso de alguém puxando a cadeira do meu lado a interrompeu. Um galego gordo e bem queimado de sol sentou quase colado em mim. Ele tinha um buraco na alpercata, que fazia seu dedo mindinho ficar parecendo uma salsicha escapando do calçado. Atrás dele seguiram os outros dois, se curvando sob o balcão. Agora as coisas ficariam interessantes…
— Precisam de mais um jogador? — perguntei, olhando o volume do baralho no bolso do galego. — Eu sou bom no truco, no burro, no vinte e um…
Na verdade, ele não parecia querer jogar. Tinha a cara de quem havia saído com muitas mãos ruins, mas algo me dizia que era outra coisa que o incomodava.
— Não. Na verdade, eu queria saber quem é você — ele disse e virou a cadeira pra mim. Suas mãos se fecharam nas coxas. — E principalmente o que faz aqui em Oitizal.
Mais perguntas pra me injuriar.
— Tá fazendo interrogatório, é? — brinquei com um sorriso, mas ninguém além de mim achou graça. — Não tenho que ficar te dando satisfação, não.
— Tu é bem engraçadinho, né? Mas o que tem de graça tem de desgraça. Nunca vi um homem esquisito assim… todo branco. Parece até que já tá morto — ele levantou uma mecha do meu cabelo e ficou analisando meu rosto. O miserável tava tão perto que dava até pra sentir o bafo de cachaça.
Recentemente publiquei meu primeiro livro de fantasia sombria e ainda estou tentando entender como funciona a parte de divulgar algo sendo um autor completamente desconhecido.
O livro se chama “Solares: O Destino de Sten”. A história acompanha Sten, um guerreiro conhecido como Espectro — pessoas alteradas por um poder que aumenta absurdamente a resistência física, mas destrói a mente aos poucos.
O cenário é um mundo desértico e decadente, cheio de ruínas, cidades isoladas e criaturas estranhas. Tentei criar uma fantasia mais melancólica e brutal, com foco em sobrevivência e no peso psicológico dos personagens.
Ainda sou iniciante nisso tudo e obviamente tenho muito para melhorar, mas finalmente cheguei ao ponto de publicar algo em vez de deixar eternamente parado nas ideias.
E sinceramente, estou descobrindo que escrever o livro foi muito mais fácil do que divulgar ele kkkkk.
Então queria perguntar para outros autores indie:
como vocês começaram a divulgar seus primeiros livros sem parecer só spamando link?
Também aceito opiniões sinceras sobre premissa, capa ou apresentação da obra.
O livro está na Amazon/Kindle Unlimited como “Solares: O Destino de Sten”.
Olá novamente pessoal.
Estou escrevendo algumas cenas do Volume 2 da minha Light Novel, e gostaria de saber de vocês que tipo de criatura te deixa desconfortável:
As que me dão medo são aquelas te observam e simplesmente não agem quando você tá olhando.
Quero ver a opinião de cada um de vocês! Podem mandar exemplos de filmes, jogos, livros ou até ideias malucas. Vou ler todos os comentários.
Olá, meus queridos.
Queria saber que tipo de coisas dão medo em vocês? Jumpscare? Terror atmosférico? Terror Psicológico? Desconhecido?
Eu gosto bastante de terror atmosférico. Aquela sensação de sentir que tijolo por tijolo, algo tá acontecendo.
Na minha história chamada "Lie:Bloomed", é a primeira vez que tô escrevendo cenas que envolvem um pouco o terror. É legal ver o processo. Tive que ver várias coisas relacionado ao Horror pra ter reeferência: Filmes, séries e animações.
Pra quem escreve. Já criaram cenas de terror?
Cara, escrever o ponto de vista de um psicopata é um mix de sentimentos ruins.
Tô escrevendo uma fantasia, e dentro do universo coloquei um personagem psicopata. Era pra ser um vilão comum, mas quando vi, eu tava na mente de um serial killer.
Escrever ele relutante em cometer um crime, me faz ter uma sensação muito ruim: eu também estou relutante de escrever, será que eu sou doido? KKKKKK
Enfim, deixo os pensamentos intrusivos de lado e tô me dedicando em dar profundidade ao personagem.
E no meu livro é o seguinte: A lei do homem pode falhar, mas o karma não.
Capítulo 1
O mundo era cinza. Não existia frio, não existia calor. Nada ali parecia vivo, mas ao mesmo tempo não estava morto. O ar ameno, que não trazia emoções, apenas trazia… o imenso vazio.
E nesse mundo vagavam as entidades, que naquele momento cada uma estava ocupada com seus afazeres. Alguns atormentando os humanos, outros apenas tomando um tempo para se aperfeiçoar nos seus poderes e técnicas, e alguns até mesmo tiravam um tempo para descansar, embora fazer isso parecesse não ser possível naquele mundo.
E entre todos esses, passando por escadarias incontáveis, virando em corredores que mais pareciam labirintos, até achar o caminho certo, lá estava ela.
Inerme.
Ou como era seu verdadeiro nome: DPDR.
Ela estava caminhando pelos corredores que tinham uma densa névoa, porém, mesmo densas, eram baixas. Ela tinha um belo formato de raposa etérea. Patas e focinho eram pretos, com pelo azul-bebê claro. A ponta de suas orelhas e cauda eram um vermelho quase vibrante.
Seus olhos cerrados, quase como se estivessem fechados, mas ela ainda enxergava.
Enxergava além do que ela mesma via.
Hola! Si les interesa el resúmen me encantaría que sigan esta historia y me den feedback, gracias!!! https://www.wattpad.com/story/410992785?utm\_source=android&utm\_medium=link&utm\_content=story\_info&wp\_page=story\_details\_button&wp\_uname=ferrerosimon
Em Elira 2 – O Preço da Coroa, a história deixa de ser só uma continuação.
Ela começa a desmontar o que você achava que entendeu.
Eventos do primeiro livro ganham outro significado.
Decisões mudam de peso.
E uma presença oculta começa a aparecer… não como algo novo, mas como algo que sempre esteve ali.
É fantasia épica, mas com foco em consequência, manipulação e revelação.
Não gosto de sequência que só aumenta a escala — prefiro as que fazem você repensar tudo.
Corpo fechado
Eu cresci em uma comunidade muito conhecida na cidade de São Paulo. Conhecida, justamente, pelo terror que capturava as manchetes dos noticiários. Um lugar onde a miséria não era apenas circunstância, mas substância, infiltrando-se na carne dos que ali respiravam. Ali, desde muito cedo, fui iniciado em narrativas tão horrendas que, se fossem reveladas, assombrariam o mais valente dos homens.
Carrego comigo essas memórias como se fossem parasitas famintos que me devoram por dentro, pouco a pouco. Com a degradação da minha mente, nesta cela fria, decido partilhar algo que assola a minha sanidade sem pestanejar. Apodrecendo nesta cela, cuja umidade e o ar gélido, como os de um necrotério maldito, sussurram acusações em minha mente já fragilizada por essa doença infame que me consome, não vejo saída senão partilhar uma dessas recordações, antes que se apaguem no esgoto do meu espírito.
Diga-me, caro leitor: você já ouviu falar em homens de "corpo fechado"? Assim se falava naquele tempo, não como metáfora, mas como uma crença sussurrada entre os becos e vielas.
Eu só tinha dezenove anos. E uma conjunção cruel de fome, desprezo social e destino me conduziu ao ofício da violência. Há poucos dias, empunhar uma arma me fora confiado, assim como a guarda de um dos acessos mais movimentados da comunidade. Função que me pareceu tão banal quanto qualquer labor honesto, pois esse era o estado da corrupção de minha consciência. Não que restassem muitas opções, visto que os acessos negados para oportunidades dignas, eram frequentes para muitos de nós.
Nascido em meio ao massacre, carregava ódio de sobra para descarregar. E aqueles dias eram propícios para quem desejava derramar sangue. As ruas fervilhavam em sangue. Os jornais falavam de uma ordem restabelecida, uma mentira grotesca, comprada, que mascarava o caos que nós, de dentro, conhecíamos intimamente.
Naqueles dias, uma chacina tomou os noticiários devido ao confronto de dois grupos rivais. A narrativa jornalística falava de um enfrentamento entre bandidos e de uma intervenção heroica da polícia. Mas eu lhe garanto: algo mais sinistro aconteceu naquele beco.
O fato é que, nessa última operação, algo, o horror, se manifestou.
Um grupo rival fora encurralado em um bar próximo à entrada principal. Cercados, sem escapatória, aguardavam o inevitável. Eu estava nas proximidades do local e pude presenciar os fatos. Vi quando a porta de aço se tornou uma barreira entre nós e eles. A correria e o desespero, em meio aos disparos descontrolados que quebravam janelas e invadiam residências. Impedido de fugir, juntei-me aos comparsas para dar cabo daqueles desordeiros.
Um disparo, vindo do interior, rompeu o silêncio tenso e feriu um dos nossos. A resposta foi imediata: uma tempestade de chumbo que dilacerou a barreira de aço e reduziu o interior do estabelecimento a um cenário de devastação irreconhecível.
Quando, por fim, a barreira cedeu, revelando o interior...
Meu Deus.
Os corpos jaziam em posições grotescas, como marionetes cujos fios haviam sido brutalmente cortados. O sangue revestia as paredes como uma pintura profana.
Ao fundo, ouvíamos, de longe, sirenes se aproximando. Preparávamo-nos para partir sem deixar vestígios. Até que...
Movimento.
Do amontoado de carne dilacerada e morte, uma figura ergueu-se, com um gemido que me fez paralisar e arrepiou minha espinha.
Levantou-se como um homem, mas também como algo que não deveria possuir vontade.
Ele saltou.
Os disparos que se seguiram não foram de estratégia, mas de puro terror. Dois dos meus caíram quase instantaneamente. Outro, tomado por pânico absoluto, voltou sua arma contra si; gritando como um animal ferido, disparou contra o próprio corpo.
E a criatura, com um sorriso macabro, permanecia de pé. Coberta de sangue alheio, avançava.
Àquela distância, não havia como errar, e disparamos certos de que cairia segundos depois. No entanto, nenhum impacto produzia nele qualquer sinal de dor ou hesitação.
Havia em seu caminhar algo profundamente errado. Uma ausência completa de humanidade, como se a própria noção do que é vivo tivesse sido pervertida.
Eu e os outros dois que restaram disparamos até que nossas armas se tornassem inúteis. E, ainda assim, ele simplesmente se afastou.
Entrou em um beco escuro, como se fosse levado por algo, ou alguém, além da nossa compreensão.
Nenhum de nós ousou segui-lo. A sensação era de que seríamos devorados. Assombrados pelo que vimos, demoramos a perceber o barulho e a luz das sirenes que se aproximavam rua acima.
Restou-nos fugir. Não apenas do flagrante, mas daquilo que, naquela noite, compreendemos não pertencer ao mundo dos vivos.
Olá a todos, me chamo Naiury e sou uma estudante de letras que está iniciando na carreira de revisão e preparação de textos. Como eu quero conseguir experiência e portfólio, estou colocando à disposição meus serviços de revisão gramatical, preparação de textos e leitura crítica de forma mais acessível (ou até gratuita, a depender do projeto). Assim, eu consigo experiência profissional e posso ajudar autores independentes que não possam pagar muito por esse trabalho. Falem comigo!
Olá a todos. Agradeço desde já a vossa colaboração.
Romance de ficção psicológica com 270 páginas capa comum e papel de 75 g formato A5.
R$52,90
Será um preço competitivo no Brasil?
Antes que nada soy nuevo, y necesito una opinión ya que quiero escribir una novela de ciencia ficción de un científico amnésico que descubrió la forma de hacer energía a partir de emociónes, el problema es que quiero ambientarlo en México y a la vez dar acción,pero no pienso poner de villanos a los narcos,alguna idea o sugerencia por favor.
Escribo cuentos hace tiempo y quise probar el ensayo fílmico como formato. Mezclé voz en off literaria con referencias de mi interés y terminé reflexionando sobre el atentado del Cauca de la semana pasada.No sé si lo resolví bien.
Es mi primer video de este tipo. Si a alguien le interesa verlo y darme su opinión lo dejo acá: https://youtu.be/vVnyRwDJL2E
Considero de bom tom permitir que estranhos avaliem o desfecho antes de se comprometerem com toda a tragédia.
Portanto, deixo abaixo o epílogo de minha obra.
O restante dos acontecimentos — lamentáveis, porém elegantes — pode ser consultado aqui:
https://www.amazon.com.br/dp/B0GX32ZMRL
— Conde Brismak
Prefácio
Caro leitor e amigo,
Este relato foi reunido a partir de documentos dispersos e suspeitos, memórias imprecisas e testemunhos cuja coerência depende mais da conveniência do que da verdade.
A ilha, de posse da Coroa — ou assim se afirma — jamais ocupou lugar de destaque nos mapas oficiais. Talvez porque certos acontecimentos prosperem melhor longe de registros minuciosos.
Entre convidados distintos, funcionários atentos e títulos recém-adquiridos, instaurou-se uma sequência de incidentes que, embora classificados como circunstanciais, produziram efeitos duradouros. Isoladamente, nada extraordinário. Em conjunto, contudo, suficiente para merecer registro.
O leitor não encontrará aqui uma investigação exemplar, tampouco uma denúncia aberta. O que se apresenta é algo mais simples e mais recorrente: a descrição de como a ordem social reage quando confrontada com o inconveniente.
No relato, ninguém agiu fora de seu papel.
Alguns apenas o desempenharam com maior eficiência.
Se houver justiça nesta história, não será proclamada.
Se houver culpa, será partilhada o bastante para que ninguém a carregue sozinha.
A única certeza é que todos procuraram sair preservados.
E, como se verá, essa foi a verdadeira ambição da empreitada.
Sendo assim, desejo-lhe prudência ao acompanhar o relato — deveras incerto — daqueles dias do Brasil Imperial.