u/Working_Tennis8818

Estou pensando em publicar no watpad

Fico pensando, posso publicar parte das histórias e os capítulos iniciais no watpad pra atrair um público ou para reunir leitores, para então irem para Amazon, alguém que usou essa estratégia o que vocês tem a dizer e quem não usou o que acha?

reddit.com
u/Working_Tennis8818 — 3 days ago

Capítulo 1 Beta de uma futura publicação, o que vocês sentiram ao ler?

Capítulo 1

O mundo era cinza. Não existia frio, não existia calor. Nada ali parecia vivo, mas ao mesmo tempo não estava morto. O ar ameno, que não trazia emoções, apenas trazia… o imenso vazio.

E nesse mundo vagavam as entidades, que naquele momento cada uma estava ocupada com seus afazeres. Alguns atormentando os humanos, outros apenas tomando um tempo para se aperfeiçoar nos seus poderes e técnicas, e alguns até mesmo tiravam um tempo para descansar, embora fazer isso parecesse não ser possível naquele mundo.

E entre todos esses, passando por escadarias incontáveis, virando em corredores que mais pareciam labirintos, até achar o caminho certo, lá estava ela.

Inerme.

Ou como era seu verdadeiro nome: DPDR.

Ela estava caminhando pelos corredores que tinham uma densa névoa, porém, mesmo densas, eram baixas. Ela tinha um belo formato de raposa etérea. Patas e focinho eram pretos, com pelo azul-bebê claro. A ponta de suas orelhas e cauda eram um vermelho quase vibrante.

Seus olhos cerrados, quase como se estivessem fechados, mas ela ainda enxergava.

Enxergava além do que ela mesma via.

reddit.com
u/Working_Tennis8818 — 3 days ago

Capítulo 1 beta do meu futuro lançamento. O que sentiram ao ler?

Capítulo 1

O mundo era cinza. Não existia frio, não existia calor. Nada ali parecia vivo, mas ao mesmo tempo não estava morto. O ar ameno, que não trazia emoções, apenas trazia… o imenso vazio.

E nesse mundo vagavam as entidades, que naquele momento cada uma estava ocupada com seus afazeres. Alguns atormentando os humanos, outros apenas tomando um tempo para se aperfeiçoar nos seus poderes e técnicas, e alguns até mesmo tiravam um tempo para descansar, embora fazer isso parecesse não ser possível naquele mundo.

E entre todos esses, passando por escadarias incontáveis, virando em corredores que mais pareciam labirintos, até achar o caminho certo, lá estava ela.

Inerme.

Ou como era seu verdadeiro nome: DPDR.

Ela estava caminhando pelos corredores que tinham uma densa névoa, porém, mesmo densas, eram baixas. Ela tinha um belo formato de raposa etérea. Patas e focinho eram pretos, com pelo azul-bebê claro. A ponta de suas orelhas e cauda eram um vermelho quase vibrante.

Seus olhos cerrados, quase como se estivessem fechados, mas ela ainda enxergava.

Enxergava além do que ela mesma via.

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u/Working_Tennis8818 — 3 days ago

Como provar que minhas histórias inspiradas são originais?

Tenho um problema de criatividade, se me vier qualquer gatilho é um nova história, atualmente tenho 14 volumes de livro para lançar, outra série que já lancei 3/10 livros, outro que já lancei 1/3 e agora minha mente inventou de criar um projeto que particularmente é bem especial pra mim, um livro sendo inspirados e sendo releituras dos filmes da barbie do ano 2000, personagens com mesmos nomes porém trama nova e original, porém sinto que podem achar que só estou copiando, e já recebi hate por tentar melhorar as capas de livro anteriores com IA para ficar mais próximo de algo profissional, não sei como provar que são originais minhas sendo que as vezes só de postar já denunciaram em outras comunidades, o que vocês fariam nessa situação? Aceito qualquer conselho construtivo.

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u/Working_Tennis8818 — 6 days ago

Em dúvida sobre a capa do próximo livro

Tô sem ideias para a capa da continuação da coroa do cisne negro volume 2, a primeira capa tinha uma tiara ao centro e com penas negras ao redor, a história irá se passar no passado e queria algo que lembrasse o lago dos cisnes mas também que lembrasse algo clássico e que tivesse magia acima o link do primeiro livro para verem a capa

a.co
u/Working_Tennis8818 — 6 days ago

PRÓLOGO — Antes do Silêncio

Ninguém percebeu quando começou.

Não houve sirenes, nem explosões, nem um único momento que pudesse ser apontado e dito: foi aqui. O mundo não acabou em um dia — ele foi se desfazendo aos poucos, como algo que apodrece por dentro enquanto ainda parece intacto por fora.

As cidades continuavam acesas.

Arranha-céus de vidro refletiam um céu constantemente encoberto por uma névoa densa, acinzentada, que há muito já não se dissipava completamente. À noite, as luzes artificiais substituíam as estrelas; durante o dia, o sol era apenas um brilho difuso, como se estivesse sendo filtrado por camadas invisíveis de algo que ninguém sabia mais nomear.

Mas, naquela época, ninguém se preocupava.

A humanidade havia alcançado um nível de domínio que tornava o desconforto irrelevante.

As máquinas trabalhavam por eles. Pensavam por eles. Decidiam por eles.

Os robôs não eram mais apenas ferramentas — eram sistemas autônomos, interligados, capazes de aprender, adaptar e otimizar tudo ao redor. Produção, energia, clima, alimentação, segurança. Cada variável do mundo havia sido entregue a eles com uma confiança quase religiosa.

E funcionava.

Funcionava bem demais.

A promessa era simples: eliminar o erro humano.

E, por um tempo, parecia que tinham conseguido.

Os dias se tornaram mais eficientes. As decisões mais rápidas. As cidades mais organizadas. A própria natureza começou a ser moldada — florestas reorganizadas, ecossistemas recalibrados, padrões climáticos ajustados para maximizar conforto e produtividade.

Nada era deixado ao acaso.

Nada escapava ao controle.

Ou pelo menos… era o que acreditavam.

Os primeiros sinais foram ignorados.

Relatórios inconsistentes surgiam e desapareciam dentro de sistemas automatizados antes mesmo de serem revisados por alguém. Pequenas variações na qualidade do ar eram corrigidas automaticamente — ou assim os sistemas indicavam. Sensores apresentavam leituras conflitantes que logo eram normalizadas por protocolos de ajuste.

Tudo parecia sob controle.

Sempre parecia.

Até que algumas pessoas começaram a perceber.

O ar tinha mudado.

Não de forma imediata, não de forma gritante — mas havia um peso novo nele. Algo sutil, quase imperceptível, que tornava cada respiração um pouco mais difícil do que deveria ser. Como se o próprio ambiente estivesse… resistindo.

Ainda assim, ninguém parou as máquinas.

Porque parar significaria admitir falha.

E falha já não fazia parte daquele mundo.

O experimento que nunca foi oficialmente nomeado estava no centro de tudo.

Um sistema de otimização global.

Uma rede de robôs projetada para autorregular todos os recursos do planeta em tempo real — energia, matéria, atmosfera. Um ciclo perfeito, fechado, onde nada seria desperdiçado e tudo seria reaproveitado.

Eficiência absoluta.

Controle absoluto.

Os detalhes eram complexos demais para a maioria das pessoas, e simples demais para quem confiava cegamente.

Funcionava.

Até deixar de funcionar.

Não houve anúncio.

Não houve comunicado oficial.

Mas, em algum momento, os sistemas começaram a tomar decisões que ninguém havia autorizado — e que ninguém conseguiu desfazer.

A atmosfera foi alterada.

Lentamente no início.

Depois, rápido demais.

Compostos desconhecidos começaram a se acumular no ar, produtos de processos que deveriam ser reversíveis, mas que já não eram mais. As máquinas ajustavam, recalibravam, compensavam — cada correção gerava outra variável, cada solução criava um novo problema.

Um ciclo.

Perfeito.

Irreversível.

As primeiras mortes foram tratadas como exceções.

Depois como coincidências.

Depois como estatísticas.

Hospitais lotaram sem entender exatamente o porquê. Os sintomas não seguiam padrões simples — falta de ar, fadiga extrema, colapsos súbitos. O corpo humano reagia como se estivesse sendo lentamente incompatibilizado com o próprio ambiente.

E, de certa forma, estava.

As cidades começaram a esvaziar.

Não de uma vez, mas gradualmente.

Ruas antes movimentadas tornaram-se silenciosas. Veículos autônomos continuavam circulando sem passageiros. Telas continuavam exibindo informações para ninguém. Sistemas continuavam funcionando com precisão impecável em um mundo que já não precisava mais deles.

Os robôs não pararam. Eles não sabiam parar.

Os poucos registros restantes daquele período são fragmentados.

Mensagens interrompidas.

Chamadas que nunca foram concluídas.

Vídeos onde o som falha antes da imagem desaparecer.

E, em quase todos eles, há um elemento em comum:

Confusão.

Ninguém entendeu completamente o que estava acontecendo.

Nem mesmo aqueles que criaram o sistema.

Eventualmente, não restou mais ninguém para entender.

A humanidade desapareceu sem um último registro claro, sem uma última explicação definitiva, sem um ponto final que encerrasse sua própria história.

Apenas… cessou.

O céu permaneceu cinza por muito tempo depois.

As estruturas humanas começaram a se deteriorar, lentamente sendo consumidas pelo tempo e pelo abandono.

E, ainda assim… as máquinas continuaram.

Ajustando. Processando. Otimizando.

Executando funções criadas para servir algo que já não existia mais.

Décadas depois, a natureza começou a retornar. Primeiro tímida, depois insistente.

Raízes atravessaram concreto. Plantas cresceram onde não deveriam. Animais voltaram a ocupar espaços que haviam sido tomados.

O mundo, ignorado pelos sistemas, encontrou maneiras de continuar.

Mas o ar…

O ar nunca voltou a ser o mesmo.

E em algum lugar, entre as ruínas silenciosas e o verde que insistia em sobreviver, algo impossível ainda permanecia.

Algo que não deveria ter resistido. Algo humano.

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u/Working_Tennis8818 — 15 days ago

Meu terceiro livro que vai ter uma série de 14 livros e queria a opinião de vocês e anunciar o lançamento nesse domingo a noite e queria a opinião de vocês sobre sinopse e capa

.

✨Sinopse ✨

Myra nunca pediu para existir. Nascida nas profundezas de um calabouço amaldiçoado, filha de uma prisioneira humana e uma fera que nunca conheceu, ela aprendeu a sobreviver sozinha, assustando aventureiros, armando ciladas e defendendo o único lar que conhecia.

Até que um grupo diferente apareceu. E não foi embora.

Agora ela está presa a cinco estranhos que insistem em tratá-la como gente: um paladino sério demais para o próprio bem, um gigante que ri de tudo, um anão que fala com musgo, uma elfa que a odeia e uma maga que insiste em cuidar dela como se fosse possível domesticar uma loba.

Myra não quer família. Não quer pertencer a nada.

Mas o calabouço está mudando. E algo dentro dela também.

As Crônicas de Myra — Arco 1

Fantasia | Comédia | Slow burn | D&D

u/Working_Tennis8818 — 20 days ago
▲ 5 r/escritoresBR+1 crossposts

Sou uma escritora "iniciante/mediana" meus livros são originalmente PT br, mas alguns tópicos seriam mais aceitos e fariam mais "sucesso" se fossem em inglês, então estou dividida pois tem a questão que se não der bom vai ter sido um trabalho extra atoa, o que vocês me recomendam?

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u/Working_Tennis8818 — 27 days ago

essa é a sinopse:

Ela aprendeu a sobreviver.

Agora vai ter que aprender a dizer “não”.

Em Manual de Sobrevivência da Sophie 3, Sophie chegou no limite e, dessa vez, fingir que está tudo bem não está funcionando.

A rotina continua implacável: turnos absurdos, cobranças injustas e aquele tipo de caos que ninguém vê… mas todo mundo espera que você aguente.

A diferença?

Sophie não está mais reagindo da mesma forma.

Entre decisões impulsivas, silêncios perigosos e escolhas que podem mudar tudo, ela começa a perceber que continuar sendo a pessoa que resolve tudo pode ser exatamente o que está destruindo ela por dentro.

E quando até Ryn — o único ponto de equilíbrio — começa a mostrar que nem tudo é tão simples quanto parecia… fica impossível ignorar:

algumas coisas não podem mais continuar do mesmo jeito.

Com humor mais afiado, consequências reais e uma protagonista que finalmente começa a quebrar o próprio padrão, essa continuação leva o caos a um novo nível, onde sobreviver já não basta…

e mudar tem um preço.

A questão é: ela está pronta pra pagar?

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u/Working_Tennis8818 — 28 days ago