u/Empty_Source_5123

E estava eu lendo o Xwitter (erro). E estavam lá reclamando do racismo contra a escolha do Nolan por uma Helena negra (que não é nem de perto um problema perto de todo o resto nesse filme, embora Helena fosse branca).

Até aí tudo bem.

E me aparece uma pessoa dizendo que ser retinto era sinal de beleza na Grécia Antiga (usando uma tradução ruim kkkkkkkkk). Até aí, entendível, é o Xwitter.

Mas... alguém comenta que o nome Afrodite bem de África. Sim. Ela, a Filha Cipriota da Espuma. Enfim...

Etimologia falsa é uma praga. Está em todo lugar, principalmente quando o assunto é racismo. Já inventaram tanta coisa bizarra por aí.

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u/Empty_Source_5123 — 7 days ago

Writing high fantasy, I discovered that my style would be to use neologisms, archaisms, almost a dialect of my own language.

Let's say the world I created is an alternate language version of our world.

The question is, is there room for this?

I see works by modernist authors, who are indeed my main inspiration, and I was asked how much linguistic inventiveness hinders intelligibility.

What are your thoughts on this?

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u/Empty_Source_5123 — 7 days ago

O que vocês gostariam de ver em um livro de alta fantasia brasileiro, com criaturas como o saci?

Vamos discutir um pouco sobre Brainstorming aqui, basicamente?

u/Empty_Source_5123 — 8 days ago

I've been thinking for a while about doing something really simple. The character only gains magical powers if they kill a human. The whole of society would be guided by this small detail.The more he kills, the more power he gains, as if he were tearing the soul out of the environment itself by tearing apart the bodies of others. One death would be equivalent to one power. The deceased's personality would give this power to the assassin.

What do you think of this short sketch?

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u/Empty_Source_5123 — 8 days ago

No fundo, quem pode ser como nós?

Ao ver os gatos fofos,

Os leões ferozes,

Pintadas onças na mata,

Os mais cinzentos lobos,

Quem pode ser como nós?

Para a água são estranhos invasores,

Para o ar seus velhos instrumentos,

Para a terra os pés que amaciam.

Para o vento são meros obstáculos,

Para a cachoeira os tambores,

Para os polvos o que se alcança,

Bem, sim, com oito tentáculos.

E se cada coisa só se é por si,

Existe porque se faz existir,

Tanto é assim com as duas pernas,

De pescoço e cabeça, mãos,

Um coração teimoso, todo ele,

Na sua diferença, cheio de metas.

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u/Empty_Source_5123 — 8 days ago

Fartos e belos, seriam pequenos frente ao ardor,

Inescrupulosos, grandes apenas em cor,

Os olhos cobertos, mas firmes e retos,

Hirtos de coragem, tateando o mundo em dor,

A janela d’alma que vê e em seu nome sente,

Vê sob os mandos internos do âmago,

Tão profundamente arraigados na mente,

Tão perfeitamente alinhados e lisos em si,

Parecem naturalmente de fio plano,

Os sons que pelo ocular centro adentram,

Em igual consonância com o interno devir,

Marcham para os lados, perdendo-se, presos,

Prendendo-se nas paredes da imagem, do olhar,

Pois para ver, quando se enxerga, tudo é visão,

Fartos e belos, estariam grandes frente a mim

Culposos, pequeninos em iridescente cor,

Os olhos recobertos, moles e tortos,

Fugidos da dor, tateando o mundo sem denodo.

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u/Empty_Source_5123 — 8 days ago