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“Busão 0800”: Entidades lançam campanha nacional pelo “Tarifa Zero” e pelo avanço do projeto do “SUS do Transporte Coletivo”.
diariodotransporte.com.brRECIFE: Ônibus é totalmente destruído por incêndio durante manifestação.
diariodotransporte.com.brMarcas chinesas de veículos elétricos devem desaparecer por situação que caminha para o “insustentável”, diz presidente da BYD
diariodotransporte.com.brLinha de ônibus municipais no Rio que mais transportaram passageiros em Março/2026
O que aconteceu com os trólebus de Santos? Abandono silencioso?
Alguém aqui tem informações mais concretas sobre a situação dos trólebus de Santos?
Pelo que tenho acompanhado, os veículos (ex-Mafersa operados pela BR Mobilidade) seguem fora de operação há bastante tempo, mesmo após o avanço das obras do VLT. A linha 20, que era um dos principais eixos de operação elétrica por trólebus, continua sendo atendida por ônibus convencionais.
O que chama atenção é que, originalmente, a retirada parecia ser temporária por conta das obras. Porém, com o passar do tempo, não houve retorno — e também não há comunicação clara sobre reativação, modernização ou desativação definitiva.
Isso levanta algumas questões importantes:
A infraestrutura da rede aérea ainda existe em condições operacionais?
*A frota está preservada ou já em processo de sucateamento?
*Existe algum plano oficial para retorno ou o sistema foi abandonado na prática?
*A substituição por ônibus (diesel ou até elétricos a bateria) acabou se tornando permanente?
*Fica a sensação de que o sistema entrou em um “limbo”: não foi oficialmente encerrado, mas também não há sinais reais de retomada.
Considerando que se trata de um sistema elétrico estruturado, já implantado e com potencial ambiental relevante, é difícil entender a falta de definição clara.
Se alguém tiver informações atualizadas, fontes ou bastidores sobre decisões da operação, seria muito interessante entender melhor o que está acontecendo.
SÃO PAULO: Tarifa média do Metrô e CPTM, em 2025, continuou abaixo do que é pago por passageiro transportado nas concessionárias privadas.
Segundo o relatório integrado do Metrô, a receita tarifária da estatal ao longo do ano passado foi de R$ 1,957 bilhão. O número de passageiros transportados chegou a 892,7 milhões em 2025. Dividindo um pelo outro, temos uma tarifa média de R$ 2,19. Se incluirmos a valor da recomposição pelas gratuidades, a tarifa média do Metrô sobe para R$ 2,87, valor esse próximo ao que é pago por passageiro da Linha 5-Lilás vigente em 2026, mas ainda inferior a qualquer outra concessão em vigor.
Na CPTM, usando a mesma lógica, a receita operacional foi de R$ 1,65 bilhão. O número de passageiros chegou a 473,4 milhões ao longo de 2025, em um cenário onde a estatal perdeu a Linha 7-Rubi em novembro daquele ano. A tarifa média, portanto, foi de R$ 3,49. No caso da estatal ferroviária, existe a subvenção, porém, ela não é direcionada especificamente à tarifa, mas sim como custeio para a empresa inteira, logo, não se pode somar à receita tarifária.
SÃO PAULO: Governo de SP desapropria mais áreas em Jundiaí, Vinhedo, Valinhos e Campinas para o Trem Intercidades.
O governo do estado autorizou a desapropriação de 31 áreas entre Jundiaí e Campinas para viabilizar obras do Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte e do Trem Intermetropolitano (TIM), em mais um passo para adaptar o atual corredor ferroviário que será compartilhado pelos novos serviços e pelos trens de carga.
A resolução SPI nº 048, publicada em 17 de abril no Diário Oficial do Estado, declara de utilidade pública terrenos que somam 37.338,29 m² nos municípios de Jundiaí, Vinhedo, Valinhos e Campinas. As áreas serão desapropriadas pela concessionária TIC Trens, responsável pelo projeto.
Embora o documento traga apenas coordenadas geográficas e referências por quilometragem ferroviária, a distribuição dos lotes indica onde estão os principais pontos de intervenção ao longo do traçado.
Dormir no transportes público
Oi, pessoal! Acredito que esse aplicativo possa ajudar bastante as pessoas que pegam transporte público em Belo Horizonte.
Criei esse app porque isso já aconteceu comigo várias vezes. Já dormi no ônibus indo e voltando da faculdade e acabei passando do ponto. E sei que isso também acontece muito com quem trabalha o dia todo, volta cansado para casa e acaba cochilando no caminho. O problema é que, além do susto, sempre dá trabalho para voltar e muitas vezes ainda gera perda de tempo e até dinheiro.
Foi daí que surgiu a ideia do Dormi no Ponto. O app usa a localização para acompanhar o trajeto e tocar um alerta antes de você chegar no destino. A proposta é ser algo simples, mas útil de verdade para quem usa transporte público no dia a dia, principalmente quem vai para a faculdade, para o trabalho ou volta exausto no fim do dia. Com ele podemos trazer um pouco de dignidade a nós brasileiros
Se alguém quiser testar e me dar um feedback, aqui está o link:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.weisblumlabs.dorminoponto
Qualquer opinião já ajuda bastante.
Trólebus paulistanos chegam aos 77 anos de operação, com a linha que inaugurou o sistema operando com ônibus a bateria
plamurbblog.wordpress.comTrólebus só se desenvolve com o tempo: O próprio Brasil tem exemplos atuais – 77 anos
diariodotransporte.com.brMATO GROSSO: Estrangeiros devem apresentar documento oficial válido no Brasil para embarques em ônibus intermunicipais.
diariodotransporte.com.brSÃO PAULO: Projeto de Lei pode criar campanha para homens viajarem em pé no transporte público.
Finalidade da proposição é agir de forma educativa, para que as mulheres tenham maior oferta de lugares nos trens, metrô e ônibus
Fotos de trólebus brasileiros históricos recoloridas por IA e interiores deles, reinmaginados por IA (na medida do que era possível)
Eu fiz isso para quem tiver interesse em usar Photoshop para editar essas fotos. Falta acrescentar muita coisa, como roleta e assento de cobrador (coisas que a IA não sabe fazer). Esses foram os primeiros trólebus importados de 50/60 e os primeiros nacionais daqui em diante.
1-3. BUT
4-6. Uerdinger/Siemens/Henschel
7-9. Westran
10-12. Ciferal/Scania/Tectronic
13-15. Massari/Villares
16-18. CAIO Amélia/Volvo/Villares
Foto que tirei a alguns anos do extremo sul da cidade de São Paulo
Algumas linhas do extremo sul da capital que ligam ao Terminal Varginha e principalmente ao Terminal Parelheiros ainda rodam em estradas de terra. Pra muitos é bem difícil acreditar que tem áreas rurais na capital paulista. Com a queda da qualidade da única empresa que opera na região (Transwolff) piorou bastante noa últimos anos.
Sabe aquela Linha 4-Amarela, o antigo “padrão ouro” do transporte público? Pois é, descanse em paz
plamurbblog.wordpress.comTransportes Futuro recebe 11 novos ônibus Caio Apache Vip V e estreia modelo na frota do Rio
onibusetransporte.comSerá o fim dos articulados?
Já notaram a nova tendência principalmente nos novos projetos de BRTs em aposentar e substituir totalmente os ônibus articulados por ônibus comuns. As desculpas são várias, Belo Horizonte deu a desculpa falando que eles quebram muito e não servem pra fazer curva, por isso vão aposentar, já outras com Belém no BRT metropolitano que liga 7 cidades simplesmente não deram nem uma justificativa e substituíram na marra os articulados mesmo que no projeto dos brts eles já estivessem previstos para operar. No acredito que os principais afetados vão ser os passageiros, ainda vão andar em ônibus superlotados.
Modelos de ônibus urbanos que não resistiram após a chegada do Sistema Interligado em São Paulo
Quando o Sistema Interligado foi implantado no início dos anos 2000, durante a gestão da Marta Suplicy, não foi apenas uma reorganização administrativa do transporte. Foi uma mudança estrutural profunda que redefiniu completamente quais ônibus poderiam continuar circulando na cidade — e, principalmente, quais não poderiam mais.
A partir desse momento, surgiram exigências mais rígidas: idade máxima da frota, padronização operacional, integração tarifária e, gradualmente, requisitos de acessibilidade. Essas mudanças, somadas, provocaram um efeito imediato e pouco discutido: a eliminação em massa de uma geração inteira de ônibus urbanos que até então eram comuns nas ruas.
Entre os modelos que mais sofreram esse impacto estão carrocerias clássicas como Thamco Scorpion, Thamco Dinamus, Ciferal Padron (Alvorada e Rio) e os Ciferal GLS Bus. Esses veículos, em sua maioria projetados entre os anos 80 e início dos 90, já chegavam ao novo sistema com desgaste acumulado, limitações estruturais e um padrão operacional que não acompanhava mais as exigências de um sistema integrado.
Outro grupo fortemente afetado foi o dos chassis mais antigos e pesados, como o Volvo B58, já bastante envelhecido no início dos anos 2000, e até mesmo modelos tecnicamente superiores, como o Volvo B10M. Apesar da robustez e conforto, o custo de manutenção mais elevado e a menor padronização fizeram com que perdessem espaço em um sistema que passou a priorizar eficiência operacional e redução de custos.
Casos específicos, como o conjunto Marcopolo Torino GV sobre o chassi , ilustram bem essa transição. Mesmo sendo veículos mais modernos para sua época, ficaram “no meio do caminho”: mais complexos e caros que os modelos simples com motor dianteiro, mas rapidamente superados por uma nova geração mais padronizada, como os chassis O-500.
Enquanto isso, alguns poucos modelos conseguiram uma sobrevida maior — especialmente carrocerias como Caio Vitória (com portas de duas folhas) e Caio Alpha. O motivo não foi preferência estética ou nostalgia, mas sim fatores práticos: eram mais recentes, estruturalmente mais resistentes e ainda encontravam mercado fora da capital. Mesmo assim, também acabaram desaparecendo com o avanço da renovação da frota ao longo dos anos 2000.
O que se viu naquele período foi, na prática, um “apagão de geração”. Centenas de veículos que ainda estavam em operação foram retirados quase simultaneamente, criando cenas que hoje parecem difíceis de imaginar: pátios lotados, ônibus aguardando destino, muitos sendo desmontados para peças e outros simplesmente abandonados até se tornarem sucata.
É importante destacar que esse processo não foi apenas resultado de descaso. Ele reflete uma combinação de fatores técnicos e econômicos: envelhecimento simultâneo da frota, baixa viabilidade de reforma, bloqueio da justiça, banimento total de bens após falência de tal empresa, excesso de oferta no mercado de usados e mudanças nas regras do sistema. Em muitos casos, simplesmente não fazia sentido financeiro manter esses veículos em operação, quanto mais vendê-los pra alguma cidade.
No fim, o Sistema Interligado não apenas reorganizou o transporte coletivo de São Paulo — ele também marcou o fim definitivo de uma era da engenharia e da identidade visual dos ônibus urbanos da cidade. Uma geração inteira desapareceu em poucos anos, deixando como registro apenas fotos, memórias e alguns raros exemplares preservados.
E talvez a principal reflexão seja essa: no transporte urbano, a sobrevivência de um modelo não depende de sua história ou importância, mas de sua capacidade de se adaptar a um sistema que está sempre evoluindo.