ANTES:
Há algum tempo atrás, então, um monstro que era muito perigoso apareceu repentinamente no sítio que era modesto e que se chamava Sétimo Céu. Ele então disse que iria matar, e matou uma dona de casa que se chamava Rose e que morreu em 1999, uma mulher que o nome era Eva e uma pré adolescente que o nome dela era Rute em 2000, uma linda moça que era chamada de Carol e que foi morta no inverno do mesmo ano que já foi citado, e por fim, ele matou uma menininha que se chamava Meri, enquanto a mesma estava voltando da escola e que foi um momento que era muito triste.
Não se tratava, porém, de Curupira, Saci Pererê, ou Papa-Figo, e também não se tratava das criaturas que os velhos que eram antigos inventavam cuidadosamente para contar histórias que eram assustadoras aos netos que eram pequenos. Era só, na verdade, um trabalhador rural e bebum que todos conheciam como Zé e que era conhecido por todos. Antes que o mesmo fosse capturado pela polícia — e talvez fosse melhor que isso acontecesse assim — ele se matou rapidamente ao se jogar de forma trágica de um enorme pé de manga que era muito alto.
Claro que foi, com certeza, uma enorme surpresa que foi muito grande para a pequena região, que sempre manteve, de forma constante, os índices de crimes que eram violentos no zero absoluto. O monstro que assombrou e que destruiu alguns sonhos que eram de crianças estava morto. Morto e enterrado como indigente que era pobre. O tempo passou lentamente e muitas crianças que eram pequenas cresceram horrorizadas com as histórias que eram contadas pelos pais e pelos irmãos mais velhos que contavam sobre Zé e sobre os crimes que ele cometeu.
“Ele está lá fora, ele está lá fora e se você não tomar o remédio que é amargo ele vem te pegar essa noite que é escura.” Mas para a maioria da população que morava lá o fim foi fim, sem mais nem menos. Não faltaram, é claro, pesadelos que eram horríveis, nem crianças que não conseguiram dormir de forma alguma. Muitas famílias que estavam assustadas se mudaram rapidamente após a má fama que o lugar ganhou, e rapidamente as casas que ficaram vazias foram ficando vazias e na mesma velocidade cada uma delas que estava vazia ganhou a fama de ser mau assombrada por fantasmas.
O tempo passou, rodopiou de forma circular. O monstro se foi para sempre.
Apesar de todo o susto que foi grande e dos assombros de moleque que eram infantis, Erick voltou para lá, guiado por pura nostalgia que ele sentia. Trouxe de bagagem, cuidadosamente, a mulher que era a esposa dele e o filho que era pequeno e que era criança.
DEPOIS:
Há algum tempo um monstro apareceu no modesto sítio Sétimo Céu. Ele matou uma dona de casa chamada Rose em 1999, uma mulher chamada Eva e uma pré adolescente chamada Rute em 2000, uma linda moça chamada Carol no inverno do mesmo ano, e por fim, uma menininha chamada Meri, enquanto ela voltava da escola.
Não se tratava de Curupira, Saci Pererê, ou Papa-Figo, tão pouco das criaturas que os velhos inventam para contar histórias aos netos. Era só um trabalhador rural e bebum que todos conheciam como Zé. Antes que fosse capturado — e talvez fosse melhor assim — ele se matou ao se jogar de um enorme pé de manga.
Claro que foi uma enorme surpresa para a pequena região, que sempre manteve os índices de crimes no zero. O monstro que assombrou e destruiu alguns sonhos estava morto. Morto e enterrado como indigente. O tempo passou e muitas crianças cresceram horrorizadas com as histórias dos pais e dos irmãos mais velhos que contavam sobre Zé.
“Ele está lá fora, está lá fora e se você não tomar o remédio ele vem te pegar essa noite.” Mas para a maioria da população o fim foi fim, sem mais. Não faltaram pesadelos, é claro, nem crianças que não conseguiram dormir. Muitas famílias se mudaram após a má fama que o lugar ganhou, rapidamente as casas foram ficando vazias e na mesma velocidade cada uma delas ganhou a fama de ser mau assombrada.
O tempo passou, rodopiou. O monstro se foi.
Apesar de todo o susto e dos assombros de moleque, Erick voltou para lá, guiado por pura nostalgia. Trouxe de bagagem a mulher e o filho pequeno.
Cortei 140 palavras. Zero eco. Zero advérbio. Ritmo 3x mais rápido.