Tenho trabalhado em uma narrativa curta com atmosfera mais sensorial do que explicativa.
A ideia não é “contar uma história” no início, mas fazer o leitor sentir antes de entender. Esse é o primeiro trecho:
“Anahi se arrasta da cama… olha o céu nublado… e percebe que, por dentro, está igual.”
Ainda estou testando ritmo, silêncio e construção de tensão. Queria saber: isso te prende ou parece lento demais?