Olá, tenho 19 anos Sou homem e vivi uma experiência ontem, e queria a opinião de vocês sobre o que acham disso. Tudo começou quando vi um anúncio de um casal de lésbicas e resolvi marcar. Peguei um Uber moto e fui pro endereço.
Cheguei nervoso pra caralho. Tenho 19 anos, sou tímido e, pra ser sincero, no começo nem tava de pau duro. A morena começou a me entrevistar: se eu bebia, se fumava… Respondi tudo com vergonha, falei que não fazia nada disso e que tinha bebido só uma vez na vida. Ela ficou surpresa, me chamaram de “Mucilon” porque eu era novo, sem muita experiência e um dos mais novos que já tinha aparecido por lá.
Quando perguntaram o tempo, falei: “Meia hora, só pra testar”. A morena fez marketing da namorada, dizendo que era rosadinha e apertadinha, mas eu falei que queria ela. A outra (branca, uns 37 anos) ficou um pouco de escanteio, não senti atração mesmo.
O começo e a “cara de mal”
Deitei a morena, abri as pernas dela e comecei a chupar. Depois perguntei se podia meter sem capa. Ela topou, falou que confiava em mim. Na posição papai e mamãe, enquanto eu comia ela, a morena começou a me contar como perdeu a virgindade (com ela mesma) no passado. A voz dela falhava enquanto eu metia, foi surreal. A namorada dela subiu pro segundo andar.
Logo depois fui pro oral de novo e meti sem capa mais uma vez. Ela pediu: “goza dentro, quero ver escorrendo”. Eu comendo ela e ela contando a história toda sem fôlego. Eu estava sério, perguntando os detalhes enquanto metia, e ela pirou nisso. Olhou pra mim e falou: “Que delícia essa cara de sério… essa cara de mal”. Foi aí que entendi que meu jeito nervoso e sério estava funcionando como dominação pra ela.
O instinto dominante
Mandei ela ficar de quatro, lambi o rabo dela (amo pra caralho) e enfiei o pau na xota enquanto metia o dedo no cu. Ela ficou tímida, disse que não tinha feito “chuca”, mas eu falei na real: “Se você acha que eu ligo pra isso, eu não ligo”. Abri a bunda dela, lambi e fui enfiando os dedos. Quando o clima tava pegando fogo e ela pediu pra eu pegar a camisinha pra comer o cu, a namorada desceu avisando que o tempo tinha acabado.
Não pensei duas vezes: paguei mais 100 reais pra ficar com as duas. Aí o jogo virou meu.
Boquete duplo, correntes e dominação
A parada subiu pro nível BDSM. Elas me acorrentaram, me vendaram e começaram a me arranhar inteiro nas costas. Rolou boquete duplo, as duas chupando com força absurda, sugando meus ovos. Mas meu foco era total na morena.
A namorada tentou fazer marketing da branca de novo (“rosinha e apertadinha”), mas eu nem dei moral. Falei que pra mim era tudo igual e continuei no que eu queria. Em certo momento puxei o cabelo da morena pra trás, mandei ela abrir a boca na frente da namorada, tirei a mão dela e comecei a foder a boquinha dela com força, batendo no céu da boca. Olhei pra branca e falei: “Olha eu comendo a boquinha da sua namorada”. A branca ficou com cara de ciúme, mas a morena aceitou tudo quietinha.
Quando tentei comer a branca, meu pau amoleceu na hora. Não tinha atração, não tinha entrega, meu corpo simplesmente recusou.
O final vergonhoso
No meio da loucura, depois de me acorrentarem de novo, eu falei que tava fraco e que podia ser pior. A morena foi na bolsa, pegou um consolo grandão e disse que era “uma arma pior”. Eu recusei na hora: “Não, aí também não”. Ela contou que um negão de 2 metros tinha pedido no cu e eu reafirmei que “só uso a minha espada”. Ela ainda falou “graças a Deus”.
Estávamos voltando nas preliminares quando a namorada desceu de novo falando que já tínhamos passado 10 minutos do tempo e que o namorado delas estava lá fora cobrando.
Tive que vazar correndo… mas não achava a porra da minha meia.
O “cara de mal” que tava dominando e comendo as duas minutos antes agora estava agachado no chão, junto com as duas lésbicas, procurando a meia no quarto. Vergonha alheia nível máximo.
Saí de lá todo arranhado, confuso, mas feliz. Foi minha 5ª vez com profissional e, comparado com as outras, foi boa pra caralho. Ela ainda falou pra eu voltar e me fidelizar, que da próxima ia liberar o outro buraco.
u/Hungry-Peak-4918
Bom dia/boa noite, pessoal. Tenho 18 anos e vivi uma situação com minha ex (na época com 16) que me assombra até hoje. Terminei há 6 meses, mas os flashes do que vivi são uma tortura diária. Preciso desabafar e entender o que aconteceu.
\*\*O Início:\*\*
Conheci a "A" logo depois que me formei. Ela veio atrás de mim dizendo que me achava atraente. Na época, eu estava muito focado em mim mesmo, com a confiança lá no alto, e acabamos nos aproximando. Ela me contou que o pai era extremamente possessivo, proibiu relacionamentos anteriores e que ela tinha muitos traumas de família.
\*\*Sinais de Alerta (Red Flags):\*\*
As coisas ficaram estranhas rápido. No nosso primeiro encontro, ela levou o irmão pequeno (que é autista) e ele ficou rolando na água de esgoto enquanto ela parecia não se importar, focada apenas em falar sem parar. Quando conheci a mãe dela, a primeira coisa que ouvi foi: "Juízo, seu pai não vai gostar disso".
Mesmo assim, eu estava envolvido emocionalmente. Fui à casa dela com meus pais para pedir em namoro oficialmente. O pai aceitou sob pressão, mas o clima era péssimo.
\*\*As Traições e o Comportamento:\*\*
\* \*\*Mensagens:\*\* Um dia após o pedido, vi o celular dela cheio de conversas com vários caras, papo de poucas horas antes. Ela implorou perdão e eu, ingenuamente, aceitei.
\* \*\*Testes de Limite:\*\* Ela vivia flertando com os limites. No aniversário dela, para me atingir porque eu estava conversando com outras pessoas, ela começou a flertar com o próprio primo na minha frente (com quem ela já tinha um histórico estranho de infância).
\* \*\*A Dinâmica Familiar:\*\* O pai a tratava como empregada e a ofendia com palavras pesadas, mas no dia seguinte ela estava lá, rindo e buscando a aprovação dele como se nada tivesse acontecido.
\*\*O Bizarro (O que me assombra):\*\*
O nível de estranheza subiu a um ponto insuportável:
- Durante a intimidade, ela soltou uma frase chocante dizendo que sentia saudade do "papai comer ela". Na hora travei, e ela disse que foi "sem querer" e não sabia por que falou aquilo.
- Um dia, quando a mãe avisou que ela ficaria sozinha em casa com o pai, ela ficou eufórica de um jeito muito estranho.
- Presenciei o pai dela dando um tapa na bunda dela na minha frente enquanto ela usava roupas curtas, e ela pareceu gostar da situação/ciúme dele. O olhar do pai para mim era sempre sarcástico, como se ele soubesse de algo que eu não sabia.
\*\*O Fim:\*\*
O término aconteceu quando eu não aguentei mais e joguei tudo na mesa. Falei que a dinâmica daquela família era doentia. Ela primeiro concordou, mas depois mudou o discurso dizendo que "ninguém concordava com o que eu dizia". Mandei ela vazar e ficar com o pai dela.
\*\*Minha situação atual:\*\*
Já se passaram 6 meses. Eu sei que me livrei de um problema enorme, mas as cenas e as frases que ouvi não saem da minha cabeça. Sinto que fui envolvido em algo muito obscuro e pesado.
Alguém já passou por algo parecido ou tem algum conselho de como limpar a mente depois de um relacionamento tão disfuncional?
Bom dia/boa noite, pessoal. Tenho 18 anos e vivi uma situação com minha ex (na época com 16) que me assombra até hoje. Terminei há 6 meses, mas os flashes do que vivi são uma tortura diária. Preciso desabafar e entender o que aconteceu.
\*\*O Início:\*\*
Conheci a "A" logo depois que me formei. Ela veio atrás de mim dizendo que me achava atraente. Na época, eu estava muito focado em mim mesmo, com a confiança lá no alto, e acabamos nos aproximando. Ela me contou que o pai era extremamente possessivo, proibiu relacionamentos anteriores e que ela tinha muitos traumas de família.
\*\*Sinais de Alerta (Red Flags):\*\*
As coisas ficaram estranhas rápido. No nosso primeiro encontro, ela levou o irmão pequeno (que é autista) e ele ficou rolando na água de esgoto enquanto ela parecia não se importar, focada apenas em falar sem parar. Quando conheci a mãe dela, a primeira coisa que ouvi foi: "Juízo, seu pai não vai gostar disso".
Mesmo assim, eu estava envolvido emocionalmente. Fui à casa dela com meus pais para pedir em namoro oficialmente. O pai aceitou sob pressão, mas o clima era péssimo.
\*\*As Traições e o Comportamento:\*\*
\* \*\*Mensagens:\*\* Um dia após o pedido, vi o celular dela cheio de conversas com vários caras, papo de poucas horas antes. Ela implorou perdão e eu, ingenuamente, aceitei.
\* \*\*Testes de Limite:\*\* Ela vivia flertando com os limites. No aniversário dela, para me atingir porque eu estava conversando com outras pessoas, ela começou a flertar com o próprio primo na minha frente (com quem ela já tinha um histórico estranho de infância).
\* \*\*A Dinâmica Familiar:\*\* O pai a tratava como empregada e a ofendia com palavras pesadas, mas no dia seguinte ela estava lá, rindo e buscando a aprovação dele como se nada tivesse acontecido.
\*\*O Bizarro (O que me assombra):\*\*
O nível de estranheza subiu a um ponto insuportável:
- Durante a intimidade, ela soltou uma frase chocante dizendo que sentia saudade do "papai comer ela". Na hora travei, e ela disse que foi "sem querer" e não sabia por que falou aquilo.
- Um dia, quando a mãe avisou que ela ficaria sozinha em casa com o pai, ela ficou eufórica de um jeito muito estranho.
- Presenciei o pai dela dando um tapa na bunda dela na minha frente enquanto ela usava roupas curtas, e ela pareceu gostar da situação/ciúme dele. O olhar do pai para mim era sempre sarcástico, como se ele soubesse de algo que eu não sabia.
\*\*O Fim:\*\*
O término aconteceu quando eu não aguentei mais e joguei tudo na mesa. Falei que a dinâmica daquela família era doentia. Ela primeiro concordou, mas depois mudou o discurso dizendo que "ninguém concordava com o que eu dizia". Mandei ela vazar e ficar com o pai dela.
\*\*Minha situação atual:\*\*
Já se passaram 6 meses. Eu sei que me livrei de um problema enorme, mas as cenas e as frases que ouvi não saem da minha cabeça. Sinto que fui envolvido em algo muito obscuro e pesado.
Alguém já passou por algo parecido ou tem algum conselho de como limpar a mente depois de um relacionamento tão disfuncional?