u/Desperate-Stress9132

Facebook rendeu-se à putaria.

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Estava eu assistindo vídeos aleatórios no Facebook, e nesse deslizar de dedo na tela eis que me deparo com uma mulher de blusa cavada decotada bege e short justo, quando simplesmente a mulher coloca os dois grandes seios para fora, e naturalmente passa a própria saliva sobre os mamilos. Tudo explícito, sem censura, sem borrão, tudo evidente como um verdadeiro vídeo pornô de poucos segundos. Se não me engano, tratava-se de uma propaganda de aplicativo de chat ou videochamadas. Não nego que aquilo me excitou, mas fiquei impactado porque estava acontecendo no Facebook, pensei "acho que a rede deve ter sido invadida ou algo assim", caramba, não imaginava que já está nesse nível.

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u/Desperate-Stress9132 — 4 days ago

Todo humor por si só é um ultraje.

Não há espaço único para humor e politicamente correto ficarem juntos, o contrário disso não passa de cinismo.

Qualquer coisa é risível.

Qualquer pessoa é passível de riso.

Qualquer entidade mística é ridicularizável.

Qualquer ideologia pode virar caricatura.

Qualquer filosofia pode matar um de rir.

Qualquer ideia pode ser uma piada.

Qualquer gênio pode ser vítima de uma sátira.

Qualquer político é ridículo.

Qualquer religioso pode virar exemplo de escárnio.

Qualquer ateu pode provocar ironias.

Qualquer filho da mãe é uma coisa totalmente ridícula.

A ideia de o humor por si só ser um ultraje também é uma coisa ridícula.

Tudo é engraçado; logo, tudo merece ser ridicularizado.

Nem todo mundo ri, mas todo mundo é risível, e todo o mundo é causa de várias gargalhadas.

Se isso é ético? É outra discussão. E isso também é ridículo.

E para concluir, usando as palavras de um pensador banal ridículo, digo o seguinte:

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

u/Desperate-Stress9132 — 5 days ago

Bilhões de pessoas: Como tudo isso se sustenta numa mistura de padrões e aleatoriedades? Bilhões de consciências, como isso é possível? O que é real e falso quando duas consciências percebem uma a outra? O que é o outro? O que é o outro? Eles continuam existindo quando não os vejo? O que sou para eles? E o que realmente acontece no desconhecimento do alheio? É mesmo bizarro que haja tanta gente em algum lugar e toda hora. Isso não faz sentido! Isso é completamente impossível se não houver uma explicação muito convincente.

u/Desperate-Stress9132 — 12 days ago

Por mais que você seja um humanista que veja beleza em todas as pessoas, nem mesmo você escapa disso, logo, se empenha conscientemente nessa atitude - de rejeitar e aceitar outros - ou torna-se vítima disso, ou as duas coisas ao mesmo tempo.

O lógica do capitalismo não se aplica apenas aos bens materiais, mas também às relações humanas. Assim como um carro, quanto mais caro for, só pode ser comprado por uma parcela cada vez mais restrita da população, do mesmo modo você, quanto mais afortunado e celebrado for no meio social, mais importante e elevado é, nem todo mundo pode ter acesso a você e nem sequer aproximar-se do seu meio. Você é maior, e melhor.

Com exceções que são raras, os ricos apreciam e desejam os que são como eles; os fisicamente atraentes podem ser desejados por qualquer um de qualquer classe, mas geralmente eles se envolvem apenas com aqueles que são como eles ou melhores que eles, no quesito sex appeal, status e poder.

Resumindo: se você está em baixo, você olha para cima, mas muitos dos de cima te ignoram - e até mesmo entre os miseráveis há essa discriminação enquanto vivem no fundo do poço; se você está no meio, você olha para cima, mas só é mais desejado por quem está em baixo; se você está em cima, está em posição semelhante aos de seus pares e superiores, e o resto da pirâmide é o resto com suas correspondentes acepções de valor e descrédito.

Em ambientes de pobreza, o atrativo físico - vale especialmente para mulheres - pode aumentar seu valor ou mesmo levar você para o topo da pirâmide em médio prazo. Se você é uma pessoa tida como feia, dificilmente terá uma relação romântica ou sexual de mútuo consentimento com uma pessoa de beleza física estonteante. (Mais uma vez, há exceções, mas fogem à regra). Até mesmo ter uma simples porém significativa conversa com alguém mais sortudo é uma façanha para um desafortunado. Por outro lado, se você compensa isso com um poder aquisitivo notável, seu valor como ser humano é muito mais alto do que o de um desafortunado em todos os aspectos possíveis.

Assim como endinheirados fazem negócios com outros endinheirados, e pobres só podem fazer tratos com aqueles igualmente pobres; nas relações sociais, especialmente românticas, pessoas atraentes - ou pelo menos que tenham poder aquisitivo - interagem e se envolvem com pessoas atraentes e de igual ou maior status.

Beleza física inquestionável, poder aquisitivo ou mesmo a sorte de ter sangue azul por si mesma, é o que conta em maior ou menor grau, e o que garante que muitos estejam no topo da pirâmide, outros no meio, e o resto na base. Se você é o suficiente ou mais que isso, se você tem o suficiente ou mais que isso, os do seu entorno te olham mais, te contemplam com olhos mais vidrados, logo, te dão mais valor e te tornam eminente no teu meio social, te buscam e te invejam; o mero fato de você ser entronizado pelos que estão socialmente abaixo de você pode te tornar mais atrativo para os que estão acima de ti.

Há um discurso politicamente correto contra a aparente superficialidade desse fenômeno, mas, convenhamos, essa é a realidade, e não são apenas os afortunados que reproduzem ela. Não é característica apenas do "velho da lancha" e sua namorada nova e de corpo magistral, também está presente no ambiente precário entre dois trabalhadores que desprezam seu colega igualmente miserável.

Você não precisa ser rico para desconsiderar quem é tido como inferior a você e desrespeitá-lo, ou discriminar quem tenha cor de pele tal; e de igual modo os que estão social e economicamente acima de você podem te ter como insignificante.

Você não vai aceitar fazer sexo com qualquer pessoa só porque ela tem bom caráter, não tomará essa decisão mesmo ciente de que seu parceiro é promíscuo; a não ser que você tenha sérios problemas psicológicos - como o caso daquela mulher comprometida que se envolveu com um mendigo - não, você não irá correr um risco altíssimo. Além disso, você não irá contrair matrimônio com alguém que você sabe que te trará problemas financeiros, etc...

A regra de honestos e pilantras: Se tiver que ser alguém com o qual estar e viver, que não seja qualquer um.

Todos - inclusive você - querem adquirir o melhor possível no mercado de pessoas, de acordo com o que cada um for capaz de obter e conquistar, de acordo com seu poder aquisitivo e certas características pessoas vantajosas, todas as pessoas querem assim sem tirar nem pôr, no trabalho, nas relações e até mesmo em coisas cotidianas como o acaso de alguém que se senta ao lado delas no ônibus, que seja a melhor pessoa possível ou pelo menos que não seja das piores...

E você culpando mulheres por aparentemente escolherem homens "por interesse". Ora, diga-me o que um ser humano faz que não o faça por algum interesse!

Você escolhe a quem você considerar melhor, ou mesmo decide não escolher ninguém porque não valem o suficiente na tua concepção pessoal. Quem pode dizer que esse julgamento é reprovável se, por acaso, alguém escolher envolver-se com uma pessoa perigosa pode resultar em dano à sua integridade física, psicológica, social e até mesmo na perda da própria vida?

Sei que a premissa dessa discussão não é nova e já foi muita debatida entre pensadores, mas parei para pensar sob o prisma dos dias de hoje. Não quis ser determinista, sei que há exceções belas e fortes, mas não posso negar a força desse fenômeno. Porém, há muita hipocrisia, ou talvez ignorância, na crítica que muitos fazem romances que existem por interesse. Não somos tão diferentes assim do velho da lancha, ou da namorada oportunista do astro milionário...

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u/Desperate-Stress9132 — 13 days ago