
Quem já leu? Tornou-se num dos meus livros da vida.
(Não recomendo a quem não gosta de poesia ou de prosa mais poética.)

(Não recomendo a quem não gosta de poesia ou de prosa mais poética.)
Estou nos 30, sou solteira e vivo com os meus pais. O meu grande objetivo é juntar o máximo de dinheiro possível. Não tenciono comprar casa a não ser que no futuro me junte com alguém (o que não está nos planos de momento), por isso tiro partido de não ter despesas de habitação.
Rendimento: 1.412€ líquidos / mês
Poupança: Deixo cerca de 600€ à ordem para despesas mensais (nunca gasto tudo, mas quero ter esse fundo de maneio) e consigo poupar/investir 800€ todos os meses.
Património Atual:
10.000€ na Conta Ordenado Bankinter (no primeiro ano a render 5%, depois desce para 2%).
6.557€ em Certificados de Aforro Série E (foram 6.000€ inicialmente).
1.250€ num ETF Core S&P 500 (neste momento com 100€ de lucro).
1.000€ numa conta poupança tradicional (para realocar).
Tenho conta aberta na Trade Republic (onde o capital não investido está a render 2%).
O meu perfil:
Tolerância ao risco baixa/média. A volatilidade assusta-me um bocado, mas aguento os nervos.
Não percebo muito de ações nem de ETFs e não vou ter tempo para estudar sobre isso nos próximos tempos. Gostava, mas agora não é prioridade. Também não quero perder tempo a abrir várias contas bancárias para andar a saltar de depósito a prazo em depósito a prazo.
A minha dúvida:
Tendo em conta que procuro o mínimo de trabalho possível e que prefiro estabilidade/baixo risco, o que fariam com os 1000€ que tenho parados e com os 800€ de reforço mensal?
A literacia financeira dos portugueses choca-me cada vez mais. Hoje, uma amiga minha veio toda contente contar-me que tinha comprado uma TV topo de gama a prestações. Perguntei-lhe porquê e a resposta foi que não tinha o montante total disponível este mês. Conheço bem as dificuldades financeiras dela e fiquei perplexo por alguém decidir assumir este compromisso por um objeto que não é essencial. Ela tinha outra TV, não é que a antiga se tivesse estragado.
Entretanto, tenho outro amigo que tem dois créditos pessoais, que totalizam cerca de 6 mil euros, e paga apenas 20 euros mensais por cada um. Ele recebe um ordenado bastante acima do mínimo, mas prefere gastar o dinheiro em viagens e saídas constantes. Tem capital suficiente para amortizar a dívida, mas recusa-se a fazê-lo. Já lhe expliquei que vai acabar por pagar uma fortuna em juros ao banco, mas parece que não quer saber. Estará tudo maluco ou sou eu que estou rodeado de pessoas sem noção?
Confesso que leio mais no Kobo, mas andei a aventurar-me nos físicos recentemente 😄
(Al Berto está sempre na cabeceira, só os outros vão rodando.)
Os últimos li no Kobo, e foram ambos da Agatha Christie. Nunca tinha lido nada dela. Li o And Then There Were None e o Crime no Expresso do Oriente.