u/Regular_Drummer5195

Duvida de como definir CPL no WhatsApp

Quando eu rodo campanhas com formulário eu considero CPL quem preencheu o formulario.Mas no caso de campanhas direto pro WhatsApp, fico com uma dúvida

Hoje qualquer clique no anúncio já gera uma conversa na automação, mas muitas dessas pessoas não falam nada ou não interagem de fato ou quando fala não rende nada. Nesse cenário vocês costumam considerar CPL em qual momento?

Quando a conversa é iniciada (mesmo sem resposta)? Quando a pessoa responde/interage pela primeira vez?

Quando demonstra interesse real (responde perguntas, engaja)? Ou só quando chega em um estágio mais qualificado, como agendamento de call?

Quero entender qual critério vocês usam no dia a dia pra não distorcer o custo por lead e conseguir analisar melhor a qualidade do tráfego. Acredito que quem não fala nada depois que chegou do click é desqualificado aqui.. depois de follow-up e aí esse não entraria, certo?

Se puderem compartilhar como estruturam isso (ou até se usam mais de um tipo de CPL), ia ajudar muito. Sou novo nisso e to fazendo na minha empresa

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u/Regular_Drummer5195 — 4 hours ago

Meta estava me usando!!!! Minha taxa de fechamento travou… achei que era preço, mas era outra coisa (e foi meio frustrante perceber isso)

Eu toco um pequeno negócio de serviços, equipe de umas 10 pessoas. Ano passado comecei a notar algo aqui que entravam leads, a gente respondia, enviava orçamento… e simplesmente sumiam.

No começo fiz o que todo mundo faz: culpei o preço e o tráfego.

Passei semanas ajustando valores, criando pacotes, mudando a forma de apresentar proposta… testei de tudo.

Resultado?
Praticamente nada mudou.

Foi aí que decidi fazer algo chato, mas necessário, revisei manualmente TODOS os leads perdidos de um trimestre. Abri conversa por conversa. WhatsApp, formulário… tudo.

E o padrão ficou muito claro, não era preço. Era tempo.

Sempre tinha um “gap”:
- Lead chamava na terça = resposta na quarta
- Formulário na sexta = retorno só na segunda
- Mensagem ficava parada mais de 24h porque estávamos ocupados com outra coisa

Provavelmente fechavam com quem respondeu primeiro.

E aí caiu uma ficha meio dolorosa, se o lead veio de tráfego pago, eu literalmente paguei pra trazer ele até mim… e se eu demoro, a própria Meta começa a mostrar concorrente pra ele logo depois.

Ou seja:
eu pagava pelo lead… e ajudava ele a fechar com outra empresa.

Eu já tinha lido mil vezes sobre tempo de resposta, aquelas estatísticas tipo “responder em 5 minutos aumenta muito a conversão”.

Mas na prática, eu ignorava.

O que realmente mudou o jogo foi implementar algo bem simples:

Não é chatbot fingindo ser humano.

Só um sistema que:

  • responde imediatamente confirmando o contato
  • define expectativa (“já te retorno”)
  • e marca o lead como urgente pra gente agir rápido
  • follow-up
  • rastrear o anuncio do lead

A resposta real continua sendo minha ou da equipe.

Só que agora… rápido.

Resultado, em cerca de 6 semanas nossa taxa de fechamento subiu ~22%.

Sem mudar preço e sem mudar oferta.

Só não deixo a Meta me usar de escada para outro.

A parte mais frustrante? Eu já sabia disso e não agi rápido

Mas existe uma diferença enorme entre saber e operar baseado nisso todos os dias.

Depois que comecei a levar isso a sério, até parceiros começaram a indicar mais clientes porque agora o lead não “morre no caminho” e deixei de culpar meus gestores de tráfego e até eles querem usar para não levar mais culpa no lugar de vendedores que deixa o lead morrer

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u/Regular_Drummer5195 — 1 day ago

Todo dia nasce um novo SaaS de automação… isso não está começando a gerar desconfiança?

Opa, pessoal

Queria trazer uma reflexão que tenho observado cada vez mais forte no mercado.

Todo dia aparece uma nova ferramenta de automação, um “SaaS revolucionário”, um sistema que promete resolver tudo… e quase sempre por um preço muito baixo.

No começo isso parece ótimo. Mais opções, mais acessibilidade.

Mas na prática, tenho a sensação de que isso está começando a ter o efeito contrário:

  • Saturação absurda
  • Dificuldade de diferenciar o que é sério do que é improvisado
  • Insegurança na hora de contratar
  • E, principalmente, perda de credibilidade no mercado como um todo

Muitos desses sistemas são criados extremamente rápido, usando ferramentas prontas tipo automações básicas, sem uma infraestrutura sólida por trás, sem preocupação real com segurança, escalabilidade ou continuidade.

E aí surge um problema maior:
o cliente/parceiro já chega desconfiado de todo mundo.

No meu caso, isso tem sido um desafio interessante.

Tenho uma empresa de desenvolvimento de software há mais de 10 anos. Sempre trabalhamos com projetos mais robustos, pensando em arquitetura, segurança, performance… empresa estruturada mesmo, com responsabilidade sobre o que entrega.

Recentemente focamos em um SaaS voltado para vendas no WhatsApp, com IA conversacional para primeiro atendimento/SDR, gestão completa de atendimentos, CRM, funil, auditoria de mensagens, relatórios, etc.

Só que mesmo com tudo isso, muitas vezes a percepção inicial da pessoa é:

“Ah, deve ser mais uma automação dessas prontas de n8n…”

E aí entra o ponto que mais tem me chamado atenção:
não é só sobre ter um produto melhor é sobre conseguir transmitir confiança em um mercado que está ficando cada vez mais ruidoso.

Outra coisa que estamos testando é atuar mais como base tecnológica e crescer via parceiros, ao invés de ir direto no cliente final.

Queria ouvir de vocês: Vocês também estão percebendo essa saturação? Isso já impactou a forma como vocês vendem ou compram software?

Como vocês diferenciam algo realmente sólido de algo “montado rápido”?

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u/Regular_Drummer5195 — 3 days ago