Eu vejo vários comentários de internos quase se vangloriando: olha como eu sofro, hehe, tenho que ficar o dia todo aqui. Mas, quando vamos analisar, na prática ele acaba fazendo funções burocráticas , pega papel, fica instrumentando ou só segurando perna. Claro, há procedimentos, mas isso também existe para quem não precisa chegar de madrugada para fazer trabalho do chefe.
Não concordo com um internato nas coxas, de meio período. Mas, afinal, o que essas rotinas exorbitantes realmente oferecem? Esse exagero performático é um tipo de coping cultural da medicina?