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A proposta da GDA para comprar o Botafogo.

A proposta da GDA para comprar o Botafogo.

Proposta da GDA:

- 500 milhões pra comprar o clube e que vão entrar imediatamente nos cofres;

- Assumir a dívida de 1.6B em conjunto com a Recuperação Judicial;

- O restante da dívida será paga com ativos gerados pelo clube (venda de atletas, premiações, sócio-torcedor, bilheteria, marketing e etc);

- Investimento anual nos mesmos moldes da Eagle;

- Investimento pesado no CT e na Base com a GDA tendo participação nas vendas futuras, mesmo futuramente não tendo mais participação no clube.

Social gostou da proposta inicial, fez uma contraproposta, que será atualizada aqui dentre em breve.

Estão em negociação e a GDA atualizou alguns termos e melhorou a proposta.

A intenção é dar um pouco de esperança aos torcedores, com informações verdadeiras e que foram apuradas internamente dentro do clube.

Fonte: Guilherme Cardozo (Gigante Glorioso), Canal do Manel e FogãoNET.

u/Significant_Web9985 — 5 hours ago

Há preocupação interna que a Ares possa se desfazer de ativos do Botafogo e renegociar a dívida do Lyon em termos que beneficiem o clube francês.

Exaustivamente, já manifestei o desinteresse da Ares pelo Botafogo, embora sempre tenha torcido para que mudassem de ideia.
Agora, longe de ser esse pânico todo.

Vão vender quem já seria normalmente negociado, como o Danilo.
E, como já divulgado, vão nomear pessoas do nível de Fred Luz e Manoel Flores para conduzir o Botafogo.

Sobre a dívida, ela deixa de existir, Lyon e Botafogo novamente pertencem ao mesmo grupo, vai ser elas por elas.

Acredito que o departamento social tenha percebido que não será mais protagonista e, por isso, levou essa questão à mídia.

Torcedores, mantenham a calma.

Fonte: u/Significant_Web9985

u/Significant_Web9985 — 2 days ago

Em defesa de John Textor...

O ciclo de John Textor parece ter chegado ao fim, e a GDA desponta como provável futura acionista majoritária do Botafogo. Diante desse cenário, já é possível avaliar de forma abrangente a gestão conduzida por Textor e refletir sobre os impactos de suas escolhas.

O modelo multiclubes, em essência, não é equivocado. Contudo, a forma como foi aplicado revelou falhas significativas. Textor subestimou os torcedores, a política, os bastidores do futebol e até mesmo o jogo de interesses que permeia o esporte. Faltaram inteligência estratégica e sensibilidade emocional.

No Lyon, sua condução resultou em um rebaixamento humilhante; no RWDM, tentou alterar a identidade do clube em descompasso com a vontade dos adeptos; e, mesmo no Botafogo — onde inicialmente obteve conquistas e prestígio — acabou enfraquecido, tornando-se apenas uma sombra do que representou em seus primeiros momentos à frente da instituição.

Essa trajetória evidencia que gerir clubes de futebol exige muito mais do que capital financeiro: é necessário respeito às tradições, compreensão da cultura local e habilidade para lidar com a paixão de milhões de torcedores.

Entretanto, ao refletir sobre esse ciclo, não consigo pensar de forma diferente: Textor cumpriu uma missão que era inevitável. Não havia como o Botafogo permanecer como o único entre os 12 grandes clubes brasileiros sem uma conquista da Libertadores. Além disso, carregávamos o fardo de sermos o clube há mais tempo sem levantar um título de grande expressão — foram 29 anos de espera desde o último Campeonato Brasileiro.

O plano era seguir uma gestão correta, financeiramente sustentável, mas havia algo maior em jogo: o prestígio e a autoestima da nossa torcida. Ser alvo constante de provocações, ver o clube comparado a equipes emergentes como Bahia, Fortaleza e Athletico Paranaense, era um peso que nos diminuía.

Textor nos libertou dessa carga histórica, devolvendo dignidade e orgulho ao Botafogo. Agora, com ou sem a GDA, o desafio é consolidar essa conquista, organizar a casa e garantir a saúde financeira do clube.

O apelido "Bairro", criado com o intuito de nos rebaixar ao ponto de reduzir nossa identidade ao local que dá nome ao clube, incomodava. Não tanto quanto os rivais acreditavam, mas incomodava. E, de fato, colou entre os torcedores. Textor nos libertou até disso: com as conquistas, o apelido pejorativo perdeu o sentido e, paradoxalmente, transformou-se em motivo de orgulho. Hoje, foi adotado como alcunha oficial pelo clube, e certamente ouviremos muito o termo "Bairro" — não mais como provocação dos rivais, mas como parte de campanhas de marketing, jogos da base e iniciativas institucionais.

O ciclo de Textor como acionista majoritário se encerra, mas se eu pudesse voltar no tempo e alterar tudo o que aconteceu, não mudaria nada. Tudo isso precisava acontecer. Agora, é hora de arrumar a casa, com a sensação de que 2024 lavou nossas almas.

Fonte: u/Significant_Web9985

u/Significant_Web9985 — 4 days ago