u/Nawak_br

Minhas viagens pelo muitiverso

Olá, caros leitores.

Na minha última postagem, eu trouxe a minha experiência de transição de consciência de realidade e, como muitos sabem, foi intensa. Quero trazer uma última reflexão sobre o evento o colapso: percebi que a consciência não viaja apenas na hora da nossa morte; ela percebe o colapso muito antes. Começa a transicionar entre realidades enquanto a fatalidade ainda está para acontecer.

Vivi isso cada segundo: o calor no corpo, a náusea... era minha consciência testando milhares de possibilidades por segundo até chegar onde eu não morri, onde não fui dormir cedo e onde não fui sufocado pelo próprio vômito. Hoje sigo minha vida normalmente, mas com a certeza de que os sonhos lúcidos são janelas para as experiências reais de outras versões nossas.

Aqui estão os relatos das minhas viagens mais profundas:

Minha vida em uma vila rural (Pedro e a Redenção)

Em uma vila rural, vivi a jornada do valor próprio. Eu tentava conquistar um cara chamado Marcelo, que não dava a mínima para mim. Dei um ultimato: se ele gostasse de mim, apareceria em tal lugar. Ele não foi. Mas outro eu apareceu: o Pedro. Ele já me admirava de longe, gostava do meu esforço e da minha luz. Pedro vivia no "mal caminho", envolvido com coisas perigosas. Pela paixão e pela preocupação de perdê-lo, pedi que ele mudasse de vida. Ele saiu daquela vida por mim. Ali, o amor foi transformador.

A Fazenda nos EUA e o "Dragão Verde"

Nesta linha, eu morava em uma fazenda imensa. Havia uma paz absoluta e uma medicina muito diferente da nossa. Para tratar nossos transtornos de emoção, como a bipolaridade, usávamos minerais como o potássio e outros compostos. O método era curioso: fazíamos um pequeno corte na pele (entre o antebraço e o ombro) e ali colocávamos um algodão com uma pasta contendo o remédio, cobrindo com micropore. Não sei por que era assim, mas funcionava; era uma aplicação direta que estabilizava o sentir sem os efeitos colaterais das pílulas daqui.

Eu era obcecado por uma série de livros/HQs chamada "O Dragão Verde". Para aquela versão, o dragão era um símbolo de voo e liberdade.

O momento mais real foi em um balneário com uma cachoeira gigante. Mesmo com medo de altura, eu me joguei de um toboágua. Foi tão rápido que engoli água pelo nariz; senti aquela queimação física, o susto, o calor da festa. Foi a prova sensorial de que eu estava realmente lá.

O CEO em Barcelona

Essa foi uma das mais intensa e recente. Eu era um CEO de uma empresa de tecnologia importante. O mundo era sutilmente diferente: em certos bairros de Barcelona, as pessoas deixavam itens pessoais espalhados pelas ruas — roupas, celulares, garrafinhas. Era como se o espaço público guardasse rastros da identidade de cada um.

Eu vivia um amor de "alma gêmea" com meu noivo, um calor e uma ternura que nunca senti igual. Mas, sob o peso do luto pela morte do meu pai e a pressão de manter a empresa como uma "família", eu traí. O arrependimento me causou um ataque de asma físico; senti o ar faltar. Tentei manipular ele pelo desespero, me jogando aos pés dele, mas devido a terapia que me ensinou à libertar. Eu o amava o suficiente para deixá-lo decidir se queria ir embora.

A Conclusão: O Nosso Karma

Ao olhar para todas essas vidas, percebi o fio condutor: parece que todas as minhas versões têm em comum um emocional intenso. Somos amantes sem rédeas, nos entregamos ao amor e às experiências reais com uma intensidade que quase transborda.

E a ironia final: todos temos algum transtorno, como por exemplo a bipolaridade. Acredito que esse seja o nosso Karma do universo. Essa voltagem alta, esse "sentir demais" que nos faz brilhar e sofrer na mesma proporção. Me auto projetei em cada uma dessas versões e vi que somos todos iguais no que valorizamos: o cuidado com o outro, a lealdade e as histórias que amamos (sejam livros ou séries).

O multiverso não é apenas uma teoria; é a geografia da nossa própria alma.

reddit.com
u/Nawak_br — 5 days ago

Minhas viagens pelo muitiverso

Olá, caros leitores.

Na minha última postagem, eu trouxe a minha experiência de transição de consciência de realidade e, como muitos sabem, foi intensa. Quero trazer uma última reflexão sobre o evento do colapso: percebi que a consciência não viaja apenas na hora da nossa morte; ela percebe o colapso muito antes. Começa a transicionar entre realidades enquanto a fatalidade ainda está para acontecer.

Vivi isso cada segundo: o calor no corpo, a náusea... era minha consciência testando milhares de possibilidades por segundo até chegar onde eu não morri, onde não fui dormir cedo e onde não fui sufocado pelo próprio vômito. Hoje sigo minha vida normalmente, mas com a certeza de que os sonhos lúcidos são janelas para as experiências reais de outras versões nossas.

Aqui estão os relatos das minhas viagens mais profundas:

Minha vida em uma vila rural (Pedro e a Redenção)

Em uma vila rural, vivi a jornada do valor próprio. Eu tentava conquistar um cara chamado Marcelo, que não dava a mínima para mim. Dei um ultimato: se ele gostasse de mim, apareceria em tal lugar. Ele não foi. Mas outro eu apareceu: o Pedro. Ele já me admirava de longe, gostava do meu esforço e da minha luz. Pedro vivia no "mal caminho", envolvido com coisas perigosas. Pela paixão e pela preocupação de perdê-lo, pedi que ele mudasse de vida. Ele saiu daquela vida por mim. Ali, o amor foi transformador.

A Fazenda nos EUA e o "Dragão Verde"

Nesta linha, eu morava em uma fazenda imensa. Havia uma paz absoluta e uma medicina muito diferente da nossa. Para tratar nossos transtornos de emoção, como a bipolaridade, usávamos minerais como o potássio e outros compostos. O método era curioso: fazíamos um pequeno corte na pele (entre o antebraço e o ombro) e ali colocávamos um algodão com uma pasta contendo o remédio, cobrindo com micropore. Não sei por que era assim, mas funcionava; era uma aplicação direta que estabilizava o sentir sem os efeitos colaterais das pílulas daqui.

Eu era obcecado por uma série de livros/HQs chamada "O Dragão Verde". Para aquela versão, o dragão era um símbolo de voo e liberdade.

O momento mais real foi em um balneário com uma cachoeira gigante. Mesmo com medo de altura, eu me joguei de um toboágua. Foi tão rápido que engoli água pelo nariz; senti aquela queimação física, o susto, o calor da festa. Foi a prova sensorial de que eu estava realmente lá.

O CEO em Barcelona

Essa foi uma das mais intensa e recente. Eu era um CEO de uma empresa de tecnologia importante. O mundo era sutilmente diferente: em certos bairros de Barcelona, as pessoas deixavam itens pessoais espalhados pelas ruas — roupas, celulares, garrafinhas. Era como se o espaço público guardasse rastros da identidade de cada um.

Eu vivia um amor de "alma gêmea" com meu noivo, um calor e uma ternura que nunca senti igual. Mas, sob o peso do luto pela morte do meu pai e a pressão de manter a empresa como uma "família", eu traí. O arrependimento me causou um ataque de asma físico; senti o ar faltar. Tentei manipular ele pelo desespero, me jogando aos pés dele, mas devido a terapia que me ensinou à libertar. Eu o amava o suficiente para deixá-lo decidir se queria ir embora.

A Conclusão: O Nosso Karma

Ao olhar para todas essas vidas, percebi o fio condutor: parece que todas as minhas versões têm em comum um emocional intenso. Somos amantes sem rédeas, nos entregamos ao amor e às experiências reais com uma intensidade que quase transborda.

E a ironia final: todos temos algum transtorno, como por exemplo a bipolaridade. Acredito que esse seja o nosso Karma do universo. Essa voltagem alta, esse "sentir demais" que nos faz brilhar e sofrer na mesma proporção. Me auto projetei em cada uma dessas versões e vi que somos todos iguais no que valorizamos: o cuidado com o outro, a lealdade e as histórias que amamos (sejam livros ou séries).

O multiverso não é apenas uma teoria; é a geografia da nossa própria alma.

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u/Nawak_br — 5 days ago

Minhas viagens pelo muitiverso

Olá, caros leitores.

Na minha última postagem, eu trouxe a minha experiência de transição de consciência de realidade e, como muitos sabem, foi intensa. Quero trazer uma última reflexão sobre o colapso: percebi que a consciência não viaja apenas na hora da nossa morte; ela percebe o colapso muito antes. Começa a transicionar entre realidades enquanto a fatalidade ainda está para acontecer.

Vivi isso cada segundo: o calor no corpo, a náusea... era minha consciência testando milhares de possibilidades por segundo até chegar onde eu não morri, onde não fui dormir cedo e onde não fui sufocado pelo próprio vômito. Hoje sigo minha vida normalmente, mas com a certeza de que os sonhos lúcidos são janelas para as experiências reais de outras versões nossas.

Aqui estão os relatos das minhas viagens mais profundas:

Minha vida em uma vila rural (Pedro e a Redenção)

Em uma vila rural, vivi a jornada do valor próprio. Eu tentava conquistar um cara chamado Marcelo, que não dava a mínima para mim. Dei um ultimato: se ele gostasse de mim, apareceria em tal lugar. Ele não foi. Mas outro eu apareceu: o Pedro. Ele já me admirava de longe, gostava do meu esforço e da minha luz. Pedro vivia no "mal caminho", envolvido com coisas perigosas. Pela paixão e pela preocupação de perdê-lo, pedi que ele mudasse de vida. Ele saiu daquela vida por mim. Ali, o amor foi transformador.

A Fazenda nos EUA e o "Dragão Verde"

Nesta linha, eu morava em uma fazenda imensa. Havia uma paz absoluta e uma medicina muito diferente da nossa. Para tratar nossos transtornos de emoção, como a bipolaridade, usávamos minerais como o potássio e outros compostos. O método era curioso: fazíamos um pequeno corte na pele (entre o antebraço e o ombro) e ali colocávamos um algodão com uma pasta contendo o remédio, cobrindo com micropore. Não sei por que era assim, mas funcionava; era uma aplicação direta que estabilizava o sentir sem os efeitos colaterais das pílulas daqui.

Eu era obcecado por uma série de livros/HQs chamada "O Dragão Verde". Para aquela versão, o dragão era um símbolo de voo e liberdade.

O momento mais real foi em um balneário com uma cachoeira gigante. Mesmo com medo de altura, eu me joguei de um toboágua. Foi tão rápido que engoli água pelo nariz; senti aquela queimação física, o susto, o calor da festa. Foi a prova sensorial de que eu estava realmente lá.

O CEO em Barcelona

Essa foi uma das mais intensa e recente. Eu era um CEO de uma empresa de tecnologia importante. O mundo era sutilmente diferente: em certos bairros de Barcelona, as pessoas deixavam itens pessoais espalhados pelas ruas — roupas, celulares, garrafinhas. Era como se o espaço público guardasse rastros da identidade de cada um.

Eu vivia um amor de "alma gêmea" com meu noivo, um calor e uma ternura que nunca senti igual. Mas, sob o peso do luto pela morte do meu pai e a pressão de manter a empresa como uma "família", eu traí. O arrependimento me causou um ataque de asma físico; senti o ar faltar. Tentei manipular ele pelo desespero, me jogando aos pés dele, mas devido a terapia que me ensinou à libertar. Eu o amava o suficiente para deixá-lo decidir se queria ir embora.

A Conclusão: O Nosso Karma

Ao olhar para todas essas vidas, percebi o fio condutor: parece que todas as minhas versões têm em comum um emocional intenso. Somos amantes sem rédeas, nos entregamos ao amor e às experiências reais com uma intensidade que quase transborda.

E a ironia final: todos temos algum transtorno, como por exemplo a bipolaridade. Acredito que esse seja o nosso Karma do universo. Essa voltagem alta, esse "sentir demais" que nos faz brilhar e sofrer na mesma proporção. Me auto projetei em cada uma dessas versões e vi que somos todos iguais no que valorizamos: o cuidado com o outro, a lealdade e as histórias que amamos (sejam livros ou séries).

O multiverso não é apenas uma teoria; é a geografia da nossa própria alma.

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