Empresário de Pietuszewski afirma que "seria um erro" sair do FC Porto agora
>Mariusz Piekarski garante que o extremo polaco está feliz no FC Porto e assegura que ficará, no mínimo, mais uma temporada. "Pietuszewski precisa claramente de passar este ano em Portugal", apontou
>Oskar Pietuszewski vai continuar no FC Porto na temporada 2026/27, uma garantia deixada pelo empresário do jogador. "Penso que sim. Não acredito que aconteça alguma coisa. Há um interesse enorme, mas não vamos [mudar nada]. Falei com ele, está feliz no FC Porto. Seria um erro mudar agora. Ele foi para ganhar experiência, aprender, e daqui a um ano, se jogar na Liga dos Campeões e no campeonato português, haverá uma avaliação e poderá decidir o que fazer a seguir. Não é certo que tenha de sair daqui a um ano. Pode até ser daqui a dois. Ele precisa claramente de passar este ano em Portugal", afirmou Mariusz Piekarski.
>Questionado sobre o potencial elevado de marketing que o extremo de 17 anos, adorado na Polónia, tem, o agente polaco disse não estar preocupado. "É inteligente rodearmo-nos de pessoas mais inteligentes do que nós. Se chegarmos à fase em que existam propostas - e elas já existem - vamos recorrer a empresas especializadas nisso. Não tenho qualquer preocupação com o Oskar. É um típico rapaz positivo de Podlasie, sempre sorridente, genuíno, ambicioso, analisa muito, quer alcançar algo grande no futebol, mas continua a ser natural", elogiou.
>Outro tema discutido na entrevista ao canal polaco "Foot Truck" foi a mudança de Oskar Pietuszewski para o FC Porto no mercado de janeiro, quando os adeptos do Jagiellonia Białystok pediam que tivesse acontecido apenas no final da época.
>"Porque é que decidimos pelo FC Porto quando nos sentámos para conversar? No inverno, os relvados [na Polónia] iam estar terríveis. Falei com a mãe dele sobre porque seria melhor mudar de clube já. Os relvados só começariam a ficar bons depois da paragem de seleções, no início de abril. Não haveria onde treinar", explicou, referindo que não queria Pietuszewski a treinar em relva sintética, correndo o risco de sofrer lesões. "Disse-lhe: 'vais aprender um pouco da língua, um estilo de jogo diferente. Nestes seis meses vamos ganhar terreno, adiantarmo-nos'. Havia preocupação com a escola, com os exames finais, com a forma de conciliar tudo isso, mas acabou por correr tudo perfeitamente e eles ganharam o campeonato", acrescentou.