u/Intrepid-Remove840

Hi everyone,

I’ve been dealing with a persistent issue on my MacBook Pro and I’m trying to understand if this is normal or if something is wrong.

Every time I turn on my Mac, the fans ramp up almost immediately and it starts getting hot — even when I’m not running any heavy applications.

What’s strange is that sometimes, when I check Activity Monitor, there’s nothing obviously using a lot of CPU, and yet the fans are still spinning very loudly.

Other times, I do see processes like corespeechd or sysmond using a lot of CPU, but that’s not always the case — the overheating/fan issue also happens without them.

Additionally:

  • When I use Google Meet with the camera on, CPU usage increases significantly and the fans go full speed
  • The system often feels like it’s under load even during simple tasks

What I’ve already tried:

  • Disabled Siri
  • Turned off Dictation
  • Removed OBS Studio and BlackHole (audio driver)
  • Checked microphone permissions
  • Closed background apps

The audio issue I had is now fixed, but the fan/overheating issue persists — especially right after startup.

My questions:

  • Is it normal for a MacBook to ramp up fans on startup even with low CPU usage?
  • Could this be related to background system processes not showing clearly in Activity Monitor?
  • Any idea what else could be causing this behavior?

Any help or insight would be really appreciated.

reddit.com
u/Intrepid-Remove840 — 8 days ago

Olá, queridos usuários do reddit!

Depois de pensar muito, venho aqui pedir um conselho a todos.

Estou a 3 meses dos meus 20 anos e meio que não sei pra onde estou indo com a vida. Mas será que alguém realmente sabe né?

Quando mais nova, eu costumava ser aquele tipo de criança que não parava em casa nem por um minuto. Tirando o horário da escola, de segunda a sexta eu tinha algo diferente para fazer todos os dias. Aulas de inglês, ballet, jazz, futebol, natação, violão, tênis, bateria, vôlei, teatro, skate. Eu pulava de um esporte para o outro sempre e tinha aulas diferentes todos os dias, apesar da música sempre ter sido algo constante na minha vida. Esse “background” faz sentido mais pra frente.

Desde pequena eu tinha um objetivo: ter muito dinheiro. Não consigo me lembrar algum momento que escolhi um curso de faculdade porque gostava da área, mas sim porque via uma possibilidade de sucesso. Assim foi até meus 14 anos, quando descobri que tinha uma boa afinidade com matemática. Decidi, portanto, que seguiria na área de engenharia ou economia.

Foi aí que descobri o bendito dropshipping e todo o mercado digital. Fiquei durante os dois anos da pandemia tentando fazer dar certo mas nunca consegui. Sempre começava uma loja e parava, aí mudava de área, tentava afiliado, aí não dava certo, aí tentava lançamento, aí não conseguia, aí pulava pra social media e gerenciamento de tráfego e nada. Mas, de repente, me vi longe da ideia de uma faculdade, já que, na minha ingênua cabeça fortemente influenciada pelos podres marketeiros digitais, não era ela que me daria dinheiro. Assim, passei meus dois primeiros anos do ensino médio parando e começando negócios digitais que nunca davam certo, já que eu sempre começava outra coisa antes de concluir a anterior.

Finalmente, no terceiro ano, vi que a minhas habilidades matemáticas e a leve queda por empreendedorismo que tinha adquirido nesse louco caminho digital poderiam me levar a um curso de faculdade. Escolhi Administração, pensando não só nessas tendências, mas também em um leve gosto pelo Mercado Financeiro.

O problema veio aqui: eu tinha que passar em uma faculdade pública - não muito pelo dinheiro, mas pela mentalidade dos meus avós (que me criaram).

Porém, como eu já tinha citado anteriormente, eu não estudei NADA nos meus dois primeiros anos de faculdade, então agora era tudo ou nada. Comecei o terceiro ano do Ensino Médio com tudo - e o fato de estar em um colégio de sistema Poliedro ajudava e muito. Estudava o dia todo. Fevereiro, março, abril… Larguei mão. Comecei a ficar mais exausta e me sentir incapaz e como tudo na minha vida: eu desisti. Não tinha mais motivação então passei o resto do terceiro ano todo sem fazer nada. Até que, em setembro, eu comecei a cair na real. Tinha que passar na faculdade!!! E aquela minha sede excessiva por dinheiro e sucesso? Comecei a procurar desesperadamente por vídeos de como passar na USP e no Enem em 2 meses. Estudei muitíssimo em dois meses e passei em quatro faculdades publicas: UNIFEI, UFPR, UNESP E UEM. Duas em primeiro, uma em quarto e uma em sexto lugar.

Escolho a Unifei pela questão afetiva do meu avô e até o pai dele terem estudado lá, além de ficar a pouco tempo de casa.

Fiz toda a mudança e comecei na faculdade. De início entrei em dois projetos: uma liga de empreendedorismo e uma de mercado financeiro. O Mercado Financeiro com todo o seu glamour logo me prendeu muito mais. Visitas a bancos, roupa social, challenges, salários atrativos. O lifestyle pregado por todo esse mundo. Desde o começo da faculdade, comecei a entrar em algumas loucuras de transferência para economia na UNESP ou na Ufscar

Ao final do primeiro semestre, como tudo na minha vida eu largo pela metade, eu saí da república em que estava morando. Consegui brigar com quase todas as meninas e ganhei um passe sem volta para o início de uma leve solidão.

Voltando ao fato da transferência, ao final do segundo semestre eu comecei a ficar de “saco cheio” da leve várzea que o curso de administração é. Muitas transferências de diferentes cursos (minha sala tinha gente que veio desfe biologia até engenharia elétrica), pessoas que não sabem o que querem fazer na vida (spoiler: virei uma delas) e até gente que só entrou no curso pq tava morando ali em itajubá mesmo então era mais fácil. Isso se juntou a ideia de que entrar no mercado financeiro vindo de uma federal no sul de minas era quase impossível, até mesmo pq eu quero/queria Investment Banking - ou seja, só USP, FGV, INSPER da vida entram fácil em bancão.

Depois de pensar muito, advinhem? Mais uma coisa que larguei no meio: tranquei a faculdade e voltei para casa para estudar novamente para o vestibular, dessa vez com a ideia de prestar Finanças e Negócios na USP de Ribeirão Preto. Na minha cabeça, seria isso que me levaria ao melhor emprego e ao sucesso financeiro e profissional.

Fiz toda a mudança de volta para a casa dos meus avós e iniciei o cursinho Anglo on-line em fevereiro. No primeiro mês e meio, foi fácil. Ficava sentada estudando das sete às sete. Doze horas por dia. De lado, ainda tinha começado a correr em dezembro, então todos os dias a noite era academia ou treino de corrida. Tudo indo bem.

Até que, como tudo na minha vida tem um prazo de validade, desde o começo de abril estou tendo dificuldades horríveis para estudar. Fui tratando disso na terapia e nada ajudava, acredito que até comecei a entrar em uma nova crise depressiva.

Foi quando ouvi do meu terapeuta que talvez eu não consiga focar em algo de uma vez só e o melhor pode ser fazer duas coisas ao mesmo tempo e demorar para atingir tudo na vida, mais do que o normal. Vou atingir? Sim, mas pode ser que demore quase o dobro, já que vou ter mais um foco na vida.

E isso me destruiu. Significou pra mim que tudo o que quero na vida eu talvez não atinja e que talvez nem uma vida funcional eu tenha. Além disso, já tem um tempo que penso se talvez o Mercado Financeiro seja a carreira ideal pra mim.

Pintando uma imagem: eu sou mulher e uso roupas masculinas (terno quando roupa social) e tenho cabelo curto. Até pouco tempo atrás, raspava o cabelo e fazia até degrade. Mas há uns 10 meses decidi deixar meu cabelo crescer justamente pra me encaixar mais no estereótipo mais aceito do mercado.

Já passou pela minha cabeça até mesmo tentar entrar na AFA, Espcex ou até outra academia militar para tentar adquiri mais disciplina. Mas lógico: teria que estudar muito e, apesar de ter uma inteligência acima da média, não é um projeto que eu talvez consiga concluir.

Percebo que tenho um padrão: começo coisas com muita intensidade, vou muito bem no início, mas depois de algumas semanas ou meses eu perco energia, me sinto incapaz e abandono. Isso já aconteceu várias vezes em áreas diferentes da minha vida.

Alguém já passou por algo parecido? Como vocês lidaram com isso de forma prática?

Faz sentido insistir em mercado financeiro (especialmente IB) mesmo vindo de um caminho “menos tradicional”?

Vale a pena continuar tentando FUVEST ou eu deveria voltar para a faculdade e construir a carreira de outra forma?

reddit.com
u/Intrepid-Remove840 — 10 days ago

Olá, queridos usuários do reddit!

Depois de pensar muito, venho aqui pedir um conselho a todos.

Estou a 3 meses dos meus 20 anos e meio que não sei pra onde estou indo com a vida. Mas será que alguém realmente sabe né?

Quando mais nova, eu costumava ser aquele tipo de criança que não parava em casa nem por um minuto. Tirando o horário da escola, de segunda a sexta eu tinha algo diferente para fazer todos os dias. Aulas de inglês, ballet, jazz, futebol, natação, violão, tênis, bateria, vôlei, teatro, skate. Eu pulava de um esporte para o outro sempre e tinha aulas diferentes todos os dias, apesar da música sempre ter sido algo constante na minha vida. Esse “background” faz sentido mais pra frente.

Desde pequena eu tinha um objetivo: ter muito dinheiro. Não consigo me lembrar algum momento que escolhi um curso de faculdade porque gostava da área, mas sim porque via uma possibilidade de sucesso. Assim foi até meus 14 anos, quando descobri que tinha uma boa afinidade com matemática. Decidi, portanto, que seguiria na área de engenharia ou economia.

Foi aí que descobri o bendito dropshipping e todo o mercado digital. Fiquei durante os dois anos da pandemia tentando fazer dar certo mas nunca consegui. Sempre começava uma loja e parava, aí mudava de área, tentava afiliado, aí não dava certo, aí tentava lançamento, aí não conseguia, aí pulava pra social media e gerenciamento de tráfego e nada. Mas, de repente, me vi longe da ideia de uma faculdade, já que, na minha ingênua cabeça fortemente influenciada pelos podres marketeiros digitais, não era ela que me daria dinheiro. Assim, passei meus dois primeiros anos do ensino médio parando e começando negócios digitais que nunca davam certo, já que eu sempre começava outra coisa antes de concluir a anterior.

Finalmente, no terceiro ano, vi que a minhas habilidades matemáticas e a leve queda por empreendedorismo que tinha adquirido nesse louco caminho digital poderiam me levar a um curso de faculdade. Escolhi Administração, pensando não só nessas tendências, mas também em um leve gosto pelo Mercado Financeiro.

O problema veio aqui: eu tinha que passar em uma faculdade pública - não muito pelo dinheiro, mas pela mentalidade dos meus avós (que me criaram).

Porém, como eu já tinha citado anteriormente, eu não estudei NADA nos meus dois primeiros anos de faculdade, então agora era tudo ou nada. Comecei o terceiro ano do Ensino Médio com tudo - e o fato de estar em um colégio de sistema Poliedro ajudava e muito. Estudava o dia todo. Fevereiro, março, abril… Larguei mão. Comecei a ficar mais exausta e me sentir incapaz e como tudo na minha vida: eu desisti. Não tinha mais motivação então passei o resto do terceiro ano todo sem fazer nada. Até que, em setembro, eu comecei a cair na real. Tinha que passar na faculdade!!! E aquela minha sede excessiva por dinheiro e sucesso? Comecei a procurar desesperadamente por vídeos de como passar na USP e no Enem em 2 meses. Estudei muitíssimo em dois meses e passei em quatro faculdades publicas: UNIFEI, UFPR, UNESP E UEM. Duas em primeiro, uma em quarto e uma em sexto lugar.

Escolho a Unifei pela questão afetiva do meu avô e até o pai dele terem estudado lá, além de ficar a pouco tempo de casa.

Fiz toda a mudança e comecei na faculdade. De início entrei em dois projetos: uma liga de empreendedorismo e uma de mercado financeiro. O Mercado Financeiro com todo o seu glamour logo me prendeu muito mais. Visitas a bancos, roupa social, challenges, salários atrativos. O lifestyle pregado por todo esse mundo. Desde o começo da faculdade, comecei a entrar em algumas loucuras de transferência para economia na UNESP ou na Ufscar

Ao final do primeiro semestre, como tudo na minha vida eu largo pela metade, eu saí da república em que estava morando. Consegui brigar com quase todas as meninas e ganhei um passe sem volta para o início de uma leve solidão.

Voltando ao fato da transferência, ao final do segundo semestre eu comecei a ficar de “saco cheio” da leve várzea que o curso de administração é. Muitas transferências de diferentes cursos (minha sala tinha gente que veio desfe biologia até engenharia elétrica), pessoas que não sabem o que querem fazer na vida (spoiler: virei uma delas) e até gente que só entrou no curso pq tava morando ali em itajubá mesmo então era mais fácil. Isso se juntou a ideia de que entrar no mercado financeiro vindo de uma federal no sul de minas era quase impossível, até mesmo pq eu quero/queria Investment Banking - ou seja, só USP, FGV, INSPER da vida entram fácil em bancão.

Depois de pensar muito, advinhem? Mais uma coisa que larguei no meio: tranquei a faculdade e voltei para casa para estudar novamente para o vestibular, dessa vez com a ideia de prestar Finanças e Negócios na USP de Ribeirão Preto. Na minha cabeça, seria isso que me levaria ao melhor emprego e ao sucesso financeiro e profissional.

Fiz toda a mudança de volta para a casa dos meus avós e iniciei o cursinho Anglo on-line em fevereiro. No primeiro mês e meio, foi fácil. Ficava sentada estudando das sete às sete. Doze horas por dia. De lado, ainda tinha começado a correr em dezembro, então todos os dias a noite era academia ou treino de corrida. Tudo indo bem.

Até que, como tudo na minha vida tem um prazo de validade, desde o começo de abril estou tendo dificuldades horríveis para estudar. Fui tratando disso na terapia e nada ajudava, acredito que até comecei a entrar em uma nova crise depressiva.

Foi quando ouvi do meu terapeuta que talvez eu não consiga focar em algo de uma vez só e o melhor pode ser fazer duas coisas ao mesmo tempo e demorar para atingir tudo na vida, mais do que o normal. Vou atingir? Sim, mas pode ser que demore quase o dobro, já que vou ter mais um foco na vida.

E isso me destruiu. Significou pra mim que tudo o que quero na vida eu talvez não atinja e que talvez nem uma vida funcional eu tenha. Além disso, já tem um tempo que penso se talvez o Mercado Financeiro seja a carreira ideal pra mim.

Pintando uma imagem: eu sou mulher e uso roupas masculinas (terno quando roupa social) e tenho cabelo curto. Até pouco tempo atrás, raspava o cabelo e fazia até degrade. Mas há uns 10 meses decidi deixar meu cabelo crescer justamente pra me encaixar mais no estereótipo mais aceito do mercado.

Já passou pela minha cabeça até mesmo tentar entrar na AFA, Espcex ou até outra academia militar para tentar adquiri mais disciplina. Mas lógico: teria que estudar muito e, apesar de ter uma inteligência acima da média, não é um projeto que eu talvez consiga concluir.

Percebo que tenho um padrão: começo coisas com muita intensidade, vou muito bem no início, mas depois de algumas semanas ou meses eu perco energia, me sinto incapaz e abandono. Isso já aconteceu várias vezes em áreas diferentes da minha vida.

Alguém já passou por algo parecido? Como vocês lidaram com isso de forma prática?

Faz sentido insistir em mercado financeiro (especialmente IB) mesmo vindo de um caminho “menos tradicional”?

Vale a pena continuar tentando FUVEST ou eu deveria voltar para a faculdade e construir a carreira de outra forma?

reddit.com
u/Intrepid-Remove840 — 10 days ago