Ja mergulhei em um mar de corpos em busca de boias temporárias,
Hoje me afogo na solitude da areia olhando o mar,
Com saudade de nadar,
Mas esperando a onda certa pra surfar,
Mas sempre quebro tadas minhas pranchas nas ondas erradas,
E na onda certa eu deixo passar com medo de tomar caldo,
Quem dera eu estivesse falando de surfar,
É só um reflexo da minha inabilidade de amar...