u/Feeling_Psychology38

A pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data mudou o eixo da discussão sobre a eleição presidencial de 2026. Mais do que os números de primeiro turno, foi a simulação direta entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro que provocou apreensão em Brasília e animou setores da oposição.

No principal cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula. O empate técnico dentro da margem de erro é inevitável, mas o impacto político do resultado vai além da matemática eleitoral. Pela primeira vez, um nome diretamente ligado ao bolsonarismo surge em condição real de ultrapassar o atual presidente em um confronto nacional direto.

O dado chama atenção porque Lula ainda ocupa a máquina federal, mantém forte exposição institucional e conta com apoio consistente de parte da imprensa e de setores tradicionais da política. Mesmo assim, o levantamento mostra um eleitorado mais dividido do que o governo gostaria de admitir.

Nos bastidores, aliados do presidente tentam minimizar o resultado alegando margem de erro e distância da eleição. O problema é que pesquisas começam a importar justamente quando deixam de confirmar a narrativa de favoritismo absoluto. E o segundo turno passou a mostrar um cenário bem menos confortável para o PT.

A leitura política dentro da direita também mudou. Até pouco tempo, havia dúvidas sobre a capacidade de Flávio Bolsonaro herdar votos além do núcleo mais fiel do bolsonarismo. A pesquisa indica que ele começa a avançar em segmentos mais amplos do eleitorado, especialmente entre conservadores, liberais e eleitores frustrados com promessas econômicas do atual governo.

Outro ponto relevante é que Lula não demonstra a força eleitoral avassaladora que marcou campanhas anteriores. O desgaste natural de governo, somado a problemas econômicos persistentes, debates sobre segurança pública e crises institucionais constantes, parece começar a afetar a blindagem política construída em torno do presidente.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 2 e 4 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Embora ainda falte mais de um ano para a eleição, o cenário de segundo turno trouxe um recado claro: a disputa de 2026 está longe de ser protocolar. E, para preocupação do Planalto, parte significativa do eleitorado já parece enxergar a próxima eleição menos como continuidade e mais como julgamento político do atual governo.

u/Feeling_Psychology38 — 9 days ago

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria. As declarações resumiam-se a críticas genéricas a generais, rotulados como “frouxos”, “covardes” e “omissos”. Expressões comuns no debate político brasileiro, que outrora seriam resolvidas no campo das ideias ou, no máximo, em queixas privadas. Não foi o caso. O mecanismo penal da Corte foi acionado com precisão cirúrgica, revelando um padrão preocupante de expansão de poderes que pouco tem a ver com o Estado de Direito.

Malafaia não possui foro privilegiado. Os supostos ofendidos não se deram ao trabalho de apresentar queixa. Ainda assim, a Procuradoria-Geral da República (PGR) moveu-se com agilidade incomum. A relatoria caiu, sem sorteio, nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, sob alegação de “conexão” com o inquérito das fake news. O que deveria ser um episódio rotineiro de retórica política foi absorvido por um circuito onde investigação, acusação e julgamento se misturam de forma conveniente. O resultado é um compêndio de ilegalidades: ofensa ao devido processo legal, à liberdade de expressão e, sobretudo, ao bom senso.

O caso não surge do nada. Desde a abertura do inquérito das fake news, há sete anos, o tribunal vem construindo um império paralelo onde críticas incômodas viram ameaças às instituições. Reportagens foram censuradas, blogueiros tiveram buscas e apreensões determinadas, e pré-candidatos como Romeu Zema foram arrastados para o mesmo emaranhado por vídeos satíricos. O ministro Gilmar Mendes já sinalizou que o inquérito será “necessário” nas eleições. Deputados são processados por associações políticas, enquanto ofensas semelhantes vindas de aliados recebem tratamento diverso. O punitivismo e o garantismo são servidos à la carte.

O procurador-geral Paulo Gonet, ex-sócio de Gilmar Mendes, atua como fiel escudeiro nesse arranjo. Rápido para incriminar falas ríspidas contra o governo ou os ministros, mas lento ou omisso diante de escândalos que envolvem contratos milionários e relações nebulosas no entorno da Corte. Para os críticos, meia inferência basta. Para os alinhados, nem evidências robustas incomodam.

Nesse modelo, o cidadão já não responde pelo que faz, mas por quem é e por quem desagrada. A lei, que deveria limitar o poder, torna-se instrumento dele. Investigações infinitas, conexões misteriosas e contradições jurisprudenciais consolidam um estado de exceção disfarçado de defesa da democracia. O Supremo investiga, acusa, julga e executa. A PGR chancela. O consórcio pune ou blinda conforme a conveniência do momento.

O episódio Malafaia confirma a curva, não a exceção. Enquanto o tribunal expande competências e criminaliza a linguagem política, a confiança nas instituições erode. Em uma República saudável, o debate rude faz parte do jogo. Transformá-lo em crime seletivo é o caminho para o arbítrio. O Brasil merece mais do que um império da lei do mais forte operando sob togas.

u/Feeling_Psychology38 — 9 days ago
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Um episódio de tensão inédita marcou a tarde desta sexta-feira na Câmara dos Deputados. O general Emílio Vanderlei Ribeiro, chefe da Assessoria Parlamentar do Exército Brasileiro, confrontou diretamente o deputado federal Marcel Van Hattem durante discussão nos corredores da Casa.

O general, visivelmente irritado, defendeu o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, com veemência: “Ele é homem, tá certo? Ele é meu comandante e com ele eu vou pra guerra!”. A declaração foi uma resposta à crítica do deputado, que havia chamado o comandante de “frouxo” e afirmado que o Exército estaria “batendo continência pra ladrão”.

O bate-boca quase evoluiu para vias de fato e foi registrado em vídeo. A Assessoria Parlamentar do Exército tem como função fazer a interlocução com o Congresso, defendendo o orçamento e os interesses da Força.

A oposição reagiu com dureza. Em nota, a liderança oposicionista repudiou o comportamento do general, classificando-o como “intimidatório” e “incompatível com o Estado de Direito”. Os parlamentares exigiram o afastamento imediato do general Emílio Vanderlei Ribeiro de suas funções na assessoria até a conclusão de uma apuração. Argumentam que um militar não pode constranger ou cercear um deputado no exercício do mandato, ferindo a inviolabilidade parlamentar prevista na Constituição e a separação entre Poderes.

O caso expõe mais uma vez a fragilidade das relações entre parte do Congresso e o Alto Comando do Exército, especialmente em meio a críticas recorrentes à postura do general Tomás Paiva.

O escândalo que seria se isso acontecesse durante o governo Bolsonaro

Se um episódio semelhante tivesse ocorrido entre 2019 e 2022, um general da ativa confrontando um deputado de oposição (ou mesmo da base) de forma tão exaltada, dizendo que iria “pra guerra” com o comandante em resposta a críticas políticas, o escândalo seria tratado pela grande mídia, pelo STF, por boa parte do Congresso e por organizações de “defesa da democracia” como algo extremamente grave, quase um prenúncio de golpe ou quebra institucional.

Os principais pontos de indignação seriam:

  • “Militarismo ameaçador”: Manchetes falariam em “Forças Armadas intimidando o Legislativo”, “retorno dos militares à política” e “ameaça à democracia”. O general seria imediatamente rotulado de “golpista” ou “bolsonarista radical”.
  • Pedido de intervenção do STF: Provavelmente haveria representação urgente no Supremo, com Alexandre de Moraes (ou outro ministro) determinando investigação por “ameaça às instituições”, possível enquadramento em Lei de Segurança Nacional ou crime contra o Estado Democrático de Direito. O afastamento do general seria dado como insuficiente; muitos pediriam sua prisão ou processo por “intimidação”.
  • Convocação de comandantes: O ministro da Defesa e o próprio comandante do Exército seriam chamados a depor no Congresso. Haveria pressão enorme para punição exemplar e para que o presidente Bolsonaro se manifestasse publicamente condenando o episódio.
  • Narrativa dominante: Seria vendido como prova de que o governo Bolsonaro estava “militarizando” o Estado e que as Forças Armadas estavam deixando de ser “profissionais e apartidárias” para se tornarem “braço político” do Planalto. Artigos de opinião diriam que “o fantasma do regime militar voltou”.
  • Reação internacional: ONGs, embaixadas e veículos estrangeiros repercutiriam rapidamente como “risco autoritário no Brasil”.

Na prática, o mesmo tipo de comportamento, um general defendendo com emoção seu comandante contra críticas políticas, hoje é tratado como caso de “intimidação inaceitável” quando o alvo é um deputado de oposição ao governo atual. Em 2019-2022, teria sido transformado em crise nacional de grandes proporções, com risco real de perda de cargo para o militar e desgaste pesado para o governo.

O que muda não é o fato em si (um militar exaltado defendendo sua instituição), mas o contexto político e o viés com que a imprensa e as instituições o interpretam. A assimetria no tratamento revela muito sobre o momento atual.

sociedademilitar.com.br
u/Feeling_Psychology38 — 13 days ago

O filho do presidente vira alvo prioritário da Lava Jato do INSS

As investigações da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, tomaram um rumo preocupante para o Palácio do Planalto nas últimas semanas. O filho do presidente da República, longe de ser apenas um empresário discreto, agora ocupa o centro de um escândalo que promete abalar as estruturas do governo.

Lula tenta blindar o filho — e fracassa

Diante do avanço das apurações, Lula não esconde o desconforto. De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, o presidente está "preocupado e assustado" com as descobertas que vêm surgindo sobre o primogênito. Em um movimento desesperado para conter o estrago, Lula ensaiou uma operação de blindagem política de Lulinha dentro do governo.

O problema? Os investigadores da PF já mapearam os movimentos do presidente. A tentativa de proteção não surtiu efeito — as investigações prosseguem firmes, sem serem impactadas pelas manobras palacianas.

O escândalo do INSS: o flanco mais vulnerável do governo

A investigação sobre o esquema no INSS representa, hoje, a frente mais avançada da caçada do Supremo Tribunal Federal contra corruptos na cúpula do poder. E, pelo tom dos últimos desdobramentos, promete fazer muito barulho nos próximos dias.

Com o cerco se fechando sobre Lulinha, a pergunta que paira no ar é: até onde Lula estará disposto a ir para salvar o filho, e a que custo para o já fragilizado governo?

u/Feeling_Psychology38 — 13 days ago

Vídeo que circula nas redes sociais mostra a interação do morador com os agentes; eles mencionam que superiores poderiam 'impor' a retirada do material.

Um morador de Presidente Prudente (SP) foi abordado por agentes da Polícia Federal (PF) para retirar uma faixa com a palavra “ladrão” exibida na janela de seu apartamento, na cidade que receberia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira, 27. Fontes ouvidas pela equipe de Oeste confirmaram que os agentes envolvidos pertencem à corporação.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a interação do morador com os agentes da PF. Nas imagens, eles mencionam que superiores poderiam “impor” a retirada do material.

Segundo o relato, a faixa não mencionava diretamente o nome de Lula. Outras faixas, que se encontram no mesmo condomínio, também mostram frases de apoio ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-SP).

O vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o ministro da Educação, Leonardo Barchini estiveram na cidade do interior paulista para inaugurações e entregas nas áreas de saúde e educação. Lula, que se recupera de cirurgia para retirada de câncer de pele, não viajou para Presidente Prudente.

Reações de políticos diante da postura de agentes da PF

Em publicação nas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a ação dos agentes da PF. Ele destacou o fato de a faixa com “ladrão” não fazer referência direta ao petista.

O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL), classificou o episódio como “absurdo”. Em publicação, afirmou que a faixa estava na propriedade do morador e indagou a atuação dos agentes.

Já o vereador paulistano Rubinho Nunes (União) afirmou que houve violação de liberdade de expressão. Ele, que é advogado, disse esperar apuração dos órgãos competentes e criticou a eventual retirada do material.

>O vídeo tem 8 minutos, mas é importante assistirmos, pois ele escancara ainda mais os tempos sombrios que o Brasil vive. A faixa estava escrita de forma errada. Estava no singular. Por isso foi retirada. Mas a China não é aqui! Será?

u/Feeling_Psychology38 — 17 days ago

Meus prezados cidadãos, ilustres leitores, estimados compatriotas que ainda se perguntam como chegamos até aqui: preparem os lenços. Chorem, se conseguirem.

O glorioso Supremo Tribunal Federal, em decisão históricosissíma do ministro Alexandre de Moraes, que claramente não tem mais nada para fazer aos domingos, concedeu prisão domiciliar para nada menos que dezoito idosos condenados pelos terríveis crimes de golpe de estado e tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito.

Sim, você leu corretamente. Dezoito avós e avôs. Com idade entre 60 e 73 anos. Alguns nem conseguem lembrar onde colocaram os óculos, mas foram consideradas ameaças existenciais à democracia brasileira. Magnífico.

Vamos conhecer alguns desses perigosíssimos criminosos:

Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, 70 anos, mais conhecida como "Fátima de Tubarão". Sim, a mesma senhora que num vídeo viral demonstrava entusiasmo questionável ao entrar no Palácio do Planalto. "Vamos para a guerra!", ela disse. Guerra. A senhora de 70 anos, com joanete e pressão alta. Assustador, não? Tremenda ameaça às Forças Armadas.

Fátima defecou no vaso do ministro, ou pelo menos disse que defecou, o que é praticamente a mesma coisa na boca de certas pessoas, e foi condenada a 14 anos de prisão. Ela cumpriu três anos e dez meses antes de conseguir ir para casa. Em compensação, pelo menos agora pode defecar no próprio vaso.

Iraci Nagoshi, aos 73 aninhos, ela virou praticamente uma celebridade entre os bolsonaristas mais radicais. Seu nome era citado em manifestações cobrando anistia. Uma senhora de 73 anos, provavelmente com artrose, virou símbolo de resistência para milhões. Impressionante.

A Lista Completa dos Terroristas Idosos

Criminoso Idade Pena
Ana Elza Pereira da Silva 65 14 anos
Claudio Augusto Felippe 62 16 anos e 6 meses
Francisca Hildete Ferreira 63 13 anos e 6 meses
Germano Siqueira Lube 62 14 anos
Iraci Megumi Nagoshi 73 14 anos
Jair Domingues de Morais 68 14 anos
João Batista Gama 63 17 anos
José Carlos Galanti 67 16 anos e 6 meses
Levi Alves Martins 63 16 anos e 6 meses
Luis Carlos de Carvalho Fonseca 65 17 anos
Marco Afonso Campos dos Santos 62 14 anos
Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza 70 17 anos
Maria do Carmo da Silva 63 14 anos
Moisés dos Anjos 63 16 anos e 6 meses
Nelson Ferreira da Costa 61 16 anos e 6 meses
Rosemeire Aparecida Morandi 60 17 anos
Sonia Teresinha Possa 68 14 anos
Walter Parreira 65 14 anos

Repare na média de idade: 65 anos. Ninguém ali ultrapassava a casa dos 73. Esses são os temidos guerrilheiros que quase derrubaram a democracia. Idosos que provavelmente precisam de ajuda para subir escada. Mas que medo, minha Nossa Senhora.

Penas Que Assustam Até os Prisioneiros

As penas variam de 13 anos e 6 meses a 17 anos de prisão. Imagine: uma senhora de 68 anos é condenada a 14 anos. Se ela cumprir tudo, e considerando que já tem 68, é uma boa aposta que não vai, sairá com 82 aninhos. Fará uma festinha de saída de prisão na Casa de Repouso Terceira Idade Bem-Viver.

Claudio Augusto Felippe, aos 62 anos, pegou 16 anos e 6 meses. Isso dá aproximadamente 1.350 dias de prisão preventiva, ops, cumprimento de pena. Para um senhor que provavelmente só queria "ir a Brasília conhecer o ministro". Conheceu. Por 16 anos e meio.

João Batista Gama, 63 anos, levou o prêmio de pena mais longa: 17 anos. Sete a mais do que o necessário para alguns crimes de homicídio no Brasil. Mas relaxem: ele é suspeito de ter entrado em um palácio. Talvez tenha até tocado em uma cadeira. O horror.

As Medidas Cautelares: Como se Prendesse um Idoso

Agora vem a melhor parte. Os "criminosos" agora precisam:

  • Usar tornozeleira eletrônica (porque com 70 anos alguém vai fugir para a Argentina)
  • Ter o passaporte suspenso (imagina essa senhora de 73 anos fugindo para a Europa)
  • Não podem sair do país (sim, porque Iraci Nagoshi definitivamente vai fugir para Miami)
  • Proibição de usar redes sociais (imagina a velha de 70 anos fazendo lives de acampamento)
  • Não podem se comunicar com outros investigados (vai que tramam outro golpe violento)

Essas medidas parecem ter sido pensadas por alguém que nunca viu um idoso. Ou talvez foram feitas para humilhar. É difícil saber.

A decisão veio poucos dias antes da análise dos vetos do PL da Dosimetria, que vai reduzir as penas dos condenados. Coincidência? Claro que não. O ministro está claramente tentando parecer "humanitário" antes que o Congresso faça o trabalho de maneira mais ampla.

E assim o Brasil segue: uns 18 anciãos que entraram em prédios públicos, alguns quebraram móveis de valor inestimável — e que sejam julgados e condenados como terroristas. Enquanto isso, assassinos, traficantes e corruptos andam livres pelas ruas.

Mas o importante é que agora Dona Fátima pode voltar para casa e continuar a vida. Aos 70 anos, com tornozeleira, sem passporte, sem rede social, e com 10 anos ainda para cumprir.

A democracia agradece. A pátria está em paz.

u/Feeling_Psychology38 — 17 days ago