u/Deadpool9491

E se humanos não conseguissem mais engravidar naturalmente?

E se humanos não conseguissem mais engravidar naturalmente?

E se, devido a uma epidemia ou outro problema de saúde pública, os seres humanos não conseguissem mais se reproduzir naturalmente via relação sexual?

A única forma de ter filhos seria por meio de procedimentos médicos de reprodução assistida, como inseminação artificial e fertilização in vitro, em clínicas e laboratórios.

De um lado, isso eliminaria a gravidez indesejada. Toda criança seria gerada após planejamento familiar, reduzindo o abandono infantil e a quantidade de crianças em situação de vulnerabilidade. Também poderia haver um incentivo para adotar crianças de orfanatos.

No entanto, esses procedimentos são atualmente caros e inacessíveis para grande parcela da população. Em países com sistemas públicos de saúde fortes, talvez surgissem programas de acesso gratuito ou subsídios.

Também há o risco de certos governos e instituições aproveitarem a centralização da reprodução para adotarem políticas eugenistas contra minorias étnicas.

A barreira de custos, burocracia e complexidade médica poderiam causar um colapso nas taxas de natalidade. A população sofreria com um rápido envelhecimento, levando a maiores custos para cuidados geriátricos, colapso dos sistemas de aposentadoria e escassez de mão de obra jovem.

u/Deadpool9491 — 2 days ago

E se, devido a uma epidemia ou outro problema de saúde pública, os seres humanos não conseguissem mais se reproduzir naturalmente via relação sexual?

A única forma de ter filhos seria por procedimentos médicos de reprodução assistida como:

  • Inseminação artificial
  • Fertilização in vitro
  • Injeção intracitoplasmática de espermatozoides
  • Doação de óvulos ou espermatozoides
  • Gestação de substituição (barriga solidária)
  • Criopreservação de gametas e embriões

De um lado, isso eliminaria a gravidez indesejada. Toda criança seria gerada após planejamento familiar, reduzindo o abandono infantil e a quantidade de crianças em situação de vulnerabilidade. Também poderia haver um incentivo para adotar crianças de orfanatos.

No entanto, esses procedimentos são atualmente caros e inacessíveis para grande parcela da população. Em países com sistemas públicos de saúde fortes, talvez surgissem programas de acesso gratuito ou subsídios. Mas e nos lugares sem essa estrutura? Teríamos uma sociedade dividida entre quem pode e quem não pode ter filhos?

Com a reprodução concentrada em clínicas e laboratórios, governos e instituições poderiam impor regras, desde limites de filho por família, requisitos de aptidão parental, triagens genéticas obrigatórias e condição financeira estável. Isso abriria margens para políticas eugenistas e eliminação de futuras gerações de minorias étnicas, como ocorreu durante as esterilizações forçadas nos EUA e Alemanha Nazista.

A barreira de custos, burocracia e complexidade médica causariam um colapso nas taxas de natalidade. A população sofreria com um rápido envelhecimento, levando a maiores custos para cuidados geriátricos, colapso dos sistemas de aposentadoria e escassez de mão de obra jovem.

No melhor dos cenários, talvez houvesse uma minoria (1% da população mundial) que, devido a fatores genéticos, ainda sejam férteis e possam doar material genético.

u/Deadpool9491 — 7 days ago
▲ 241 r/brasil

>Os Estados Unidos estão considerando rever a reivindicação britânica sobre as Ilhas Falkland (Malvinas) como punição pela falta de apoio na guerra contra o Irã. As informações estão em uma reportagem da agência de notícias Reuters.

>Um e-mail interno do Pentágono que vazou sugeriu uma revisão da posição de Washington sobre a reivindicação britânica das ilhas, enquanto autoridades americanas buscam opções para punir os aliados da OTAN por sua resposta ao início do conflito no Oriente Médio.

>O memorando, que também considera a suspensão da Espanha da aliança, expressa frustração com a pouca ajuda ou recusa de certos aliados em apoiar a ação militar de Washington contra Teerã.

>Trump vem criticando nas últimas semanas a OTAN de forma recorrente pelos aliados não participarem do conflito, chamando a aliança de 'tigre de papel' e ameaçando a retirada. Além disso, ele atacou o premiê britânico, Keir Starmer, em algumas ocasiões.

>Um funcionário do governo americano afirmou à agência de notícias Reuters que essas opções estão sendo discutidas em altos escalões dentro do Pentágono.

>O memorando expôs as tensas relações entre o Reino Unido e o governo Trump, pois inclui uma opção para reavaliar o apoio diplomático dos EUA a antigas 'possessões imperiais' europeias, como as Ilhas Falkland (Malvinas).

>Em resposta, o porta-voz oficial do primeiro-ministro disse aos jornalistas que 'não poderíamos ser mais claros sobre a posição do Reino Unido em relação às Ilhas Falkland (Malvinas)'.

>Em resposta, o porta-voz oficial do primeiro-ministro disse aos jornalistas que 'não poderíamos ser mais claros sobre a posição do Reino Unido em relação às Ilhas Falkland (Malvinas)'. 'É algo antigo, permanece inalterado. A soberania pertence ao Reino Unido e a autodeterminação é fundamental', declarou.

>Ele afirmou que defender as Falklands é uma 'hipótese', mas que a posição não era esse nesse momento. 'As Ilhas Falkland (Malvinas) já votaram esmagadoramente [99,8%] a favor de permanecerem um território ultramarino. Sempre defendemos o direito à autodeterminação. A soberania reside em nós. A autodeterminação é fundamental', completou.

>O site do Departamento de Estado afirma que as ilhas são administradas pelo Reino Unido, mas ainda são reivindicadas pela Argentina, cujo presidente, Javier Milei, é um aliado de Trump.

Com um aliado como esse, quem precisa de inimigos?

Lembrando que o Trump já quis anexar outro território ultramarinho europeu, a Groelândia, mesmo que a população local tenha majoritariamente rejeitado fazer parte dos EUA.

u/Deadpool9491 — 17 days ago