Bom, com base em qualidade da liga, forma atual e dados — ignorando sentimentalismo (leia-se: Ronaldo titular) — aqui está o melhor 11 defensável racionalmente, em 4-3-3:
GR — Diogo Costa (FC Porto)
Titular indiscutível. Foi peça fundamental na conquista da Nations League em 2025, com defesas decisivas e confiança com a bola nos pés. (Goal.com US)
DD — Diogo Dalot (Man United)
Premier League, consistente e ofensivo. Um dos jogadores portugueses com melhor rating na seleção atualmente. (BeSoccer)
DC — Rúben Dias (Man City)
Cornerstone da defesa, liderança vocal, posicionamento impecável — permite a Portugal jogar com linha mais alta com segurança. (Portugoal)
DC — Gonçalo Inácio (Sporting)
Liga portuguesa tem menos peso, mas a consistência e o perfil de construção justificam. Boa dupla com Dias.
DE — Nuno Mendes (PSG)
Um dos laterais mais ofensivos do mundo, peça essencial no treble do PSG, em forma de vida. (Goal.com US)
MC — João Neves (PSG)
Rating de 7.28 na Ligue 1 esta época, o mais alto dos médios portugueses. (FotMob) Press-resistant, ágil, seguro com bola em espaços apertados — a charneira moderna da seleção. (Wikipedia)
MC — Vitinha (PSG)
Peça-chave do PSG, ditando o tempo de jogo na melhor equipa da Europa atualmente. (Goal.com US) Ligue 1, nível Champions League.
MC — Bruno Fernandes (Man United)
Continua a ser o coração da seleção — mesmo num United em dificuldades, é o único ponto de luz consistente. (Portugoal) Premier League, criatividade e golos garantidos.
ED — Francisco Conceição (Juventus)
Aos 23 anos, um dos talentos mais explosivos — tem sido brilhante na Juventus esta época. (Goal.com US) Serie A.
EE — Rafael Leão (AC Milan)
Velocidade e verticalidade que obrigam as defesas adversárias a recuar, criando espaço para os médios. (Goal.com US) Serie A.
CA — Gonçalo Ramos (PSG)
Liga de topo, Champions League, 24 anos. O único "9" português a jogar no mais alto nível consistentemente.
O elefante na sala: Ronaldo
Logicamente, não entra no 11. Saudi Pro League é a 9ª liga da Europa em coeficiente. Aos 41 anos, com minutagem gerida, entra como impacto emocional e experiência — mas não como titular racional para um Mundial.
Qual a vossa opinião?