Que emoção é essa, meu deus!
Como irei eu, tão longe da ordem,
Captar em rimas, em métricas os meus
Sonhos! Que descompasso, meu deus!
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Não quero escrever pensando em operar
Os meus filhos, já soltos…
Mutilação! A Ordem é tirana, insana virtude…
Eu tenho a Desordem nos braços
E acabo me descobrindo num barco não meu