Vai ser um ano longo...
Novo treinador, incertezas de mercado e jogar Liga Europa. Juntar a equação da ausência dos milhões da champions que vai obrigar a uma ginástica nas economias do clube.
Esta é a primeira vez em 3 anos que iremos ver um novo treinador começar com pré época e afins, dando ao Rui Costa a possibilidade de um ano 0 diferente dos últimos anos 0. O eleito e preferido para o cargo supostamente é o Marco Silva e acredito que com ele iremos ter jogadores a ganhar uma segunda vida.
No campo do mercado é incerto, sem milhões da champions os encaixes terão de ser feitos, os jogadores em calha para sair possivelmente deverão ser:
Enzo
Otamendi
Trubin
Pavlidis
Bruma
Além destes, o mercado irá apresentar ótimas opurtunidades a custo zero e a baixo custo, Raphael Guerreiro vai estar sem contrato, Darwin a negociar rescisão, Ederson a valores acessíveis e o De Vrij a custo zero para assumir. Estas são unicamente opurtunidades e cabe ao... esquece ter o mínimo de dois dedos na testa para explorar e saber a sua viabilidade.
Por fim UEFA Europa League, ouvir aquele banger durante o ano todo vai ser mel. Mas fora de brincadeiras, o lugar do Benfica e a sua dimensão são de Champions e com isto significa que a sua presença na Europa League já nos coloca automáticamente como favoritos (quer queiramos quer não e independente do futebol horroroso que andamos a praticar). Na próxima edição seremos o clube de maior dimensão da prova, o que pode ver-se é que não há mais clubes que tenham a mesma dimensão que nós e história europeia como a nossa. Por isso acredito mesmo que o discurso da construção do plantel da próxima época será passar por construir um plantel para vencer a Europa League.
Bom, e é isso, só nos resta preservar a invencibilidade e passar umas férias de verão aziados e a ver o careca a fuder a seleção.