u/1nomedeutilizador

Narcisismo nas mulheres é bem diferente do dos homens. Especialista explica

https://www.jn.pt/delas/artigo/narcisismo-nas-mulheres-e-bem-diferente-do-dos-homens-especialista-explica/18082828

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>No caso das mulheres, indica Isa Silvestre, este comportamento "surge mais frequentemente associado ao chamado 'narcisismo vulnerável", sendo que, neste caso, a grandiosidade é menos explícita, mas existe uma forte necessidade de validação emocional e reconhecimento. Pode manifestar-se através de hipersensibilidade à crítica, vitimização, oscilação entre insegurança e superioridade, necessidade constante de confirmação emocional e relações marcadas por dependência, culpa ou manipulação subtil".

>Por oposição, "os homens tendem a apresentar mais frequentemente aquilo que os investigadores chamam de 'narcisismo grandioso', sendo mais visível e mais facilmente reconhecido socialmente", refere a terapeuta e também autora e diretora da Clínica da Clínica de Psicologia homónima que gere. Um comportamento que se manifesta, sobretudo, através da "necessidade de poder e estatuto, sensação de superioridade, dominância, maior arrogância interpessoal, menor tolerância à crítica e tendência para controlar ou desvalorizar os outros".

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reddit.com
u/1nomedeutilizador — 2 days ago

Espanha desvia 10 mil milhões de euros de fundos europeus para pagar pensões

https://eco.sapo.pt/2026/05/12/espanha-desvia-10-mil-milhoes-de-euros-de-fundos-europeus-para-pagar-pensoes/

>O governo de Pedro Sánchez utilizou verbas do Mecanismo de Recuperação e Resiliência da União Europeia, destinadas à transição verde e digital, para cobrir despesa corrente do Estado.

>A “bazuca” europeia que nasceu para reconstruir as economias europeias após a pandemia e financiar projetos de futuro, como energias renováveis, mobilidade elétrica e modernização industrial, foi usada em Espanha para pagar pensões.

>O Tribunal de Contas espanhol revelou que o executivo de Pedro Sánchez autorizou em novembro de 2024 duas modificações orçamentais no valor de 2.389 milhões de euros, financiadas com o que o próprio governo classificou de créditos “sobrantes” do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR), para cobrir pensões de funcionários públicos e complementos das pensões mínimas, que o orçamento prorrogado não conseguia suportar.

>O órgão fiscalizador não usou a palavra fraude, mas considerou que a atuação “foi levada a cabo com fundamentos jurídicos que deveriam ter ficado melhor justificados”, admitindo existir “incerteza sobre a aplicabilidade das limitações ao uso dos créditos sobrantes” dos fundos europeus para financiar modificações orçamentais fora desse mecanismo.

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u/1nomedeutilizador — 2 days ago

"Foi assim" (confirma Zita Seabra)

https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/foi-assim-confirma-zita-seabra-8723810

por João-Afonso Machado, em 10.05.26

>Este o mais conseguido retrato de pormenor tirado ao PREC. Ou a história de como os heroicos revolucionários de 74-75 conseguiram destruir uma das mais sólidas empresas nacionais - a Molaflex - e produziram 240 dias da sua famigerada democracia na pessoa do empresário Ruy Moreira e na sua família (Mulher e oito filhos).
Detido sob o pretexto de crimes absurdos, Ruy Moreira passou esse quase um ano aprisionado no CICAP, em Custóias e em Caxias. Jamais foi contra ele proferida acusação sendo, no entanto, submetido a interrogatórios vexantes, insultuosos e psicologicamente agressores (com, por exemplo, ameaças de fuzilamento ou da sua entrega às "massas"). Foi impedido de contactar os seus advogados e familiares, tolhido na resposta que ansiava às muitas petições, pedidos de esclarecimentos e protestos que apresentou. Isto só para referir o principal.
O momento alto do filme acontece quando um milhar de trabalhadores da Molaflex organiza uma manifestação no Quartel-sede da Região Militar Norte, pedindo a libertação do seu patrão. Corvacho, o Comandante, não os recebe e a tropa macaca rotula-os de lacaios dos capitalistas, sendo ainda ameaçados e alguns interrogados e detidos!
Após o 25 de Novembro, tendo a Polícia Judiciária Militar decidido finalmente analisar o seu processo, foi liberto sob diversas condições, impedido de saír do País e de movimentar as suas contas bancárias. Toda esta pressão cessaria em Março de 1976, enfim, pelo arquivamento do caso, sem um pedido de desculpas a uma pessoa, entretanto, fisica e psicologicamente arrasada.
Nota importante: na sequência desta e de similares ocorrências, foi criada uma simplificadamente denominada "Comissão de Sevícias". E esta, sim, chegou a conclusões: houve seviciados e seviciadores - os primeiros mantiveram os tormentos e danos suportados; os segundos a impunidade. Até hoje; muitos ainda por aí andam, democraticando qualquer coisinha.
O livro é escrito com uma correcção e uma clareza exemplares. Os bois são chamados pelo nome. Os bois da 2ª República e os da 3ª, todos descendentes da 1ª. Além dos crimes cometidos pelo MFA, dá-se o devido enfase ao jeito apressado com que a classe politíca, mesmo quando reposta a legalidade, fez vista grossa e esqueceu os criminosos. Alguns deles - Rosa Coutinho! - seriam até condecorados.
Por isso o desabafo (não, não sou do Chega) - se esta malta é democrática, eu não sou. Os militares que torturavam nos quarteis de então não diferem dos polícias que o mesmo fazem nas esquadras de hoje. 

u/1nomedeutilizador — 3 days ago
▲ 29 r/portugueses+1 crossposts

Violação tem de dar Prisão! — 5 anos e 1 dia! - petição pública

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=5anos1dia

>Pelo fim da pena suspensa para quem comete violação. Vamos mudar a lei e proteger as vítimas!

A violação é um dos crimes mais graves que alguém pode sofrer. No entanto, em Portugal, muitos agressores sexuais condenados por violação ficam em liberdade com pena suspensa, mesmo depois de condenados em tribunal.
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u/1nomedeutilizador — 5 days ago

>por henrique pereira dos santos, em 05.05.26

https://preview.redd.it/5altzahtqhzg1.png?width=960&format=png&auto=webp&s=66116bc7913b0197528a22292fb427df91fb43fa

>O boneco que me mandaram ontem é sobre convergência entre Portugal e a Europa dos quinze, desde 1820.
Não, não fomos sempre um país pobre, há alturas em que ficamos pobres (em relação padrão que se escolher, convém escolher um padrão que sirva para alguma coisa, neste caso a Europa dos 15, no post anterior um conjunto de países cujos critérios de escolha estão explícitos no artigo de onde vem o gráfico) e há alturas em que nos aproximamos dos mais ricos.
A discussão que interessa é a que nos ajude a perceber o que nos fez andar num sentido ou noutro, em cada momento.
Discussões que não interessam são as que martelam a realidade para caber nos nossos preconceitos.

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u/1nomedeutilizador — 9 days ago